Fonte: Uol.com.br

Depois de voltar a jogar após quatro meses afastado por causa de lesão na panturrilha esquerda, o volante Fabrício, titular absoluto em 2010, admite que terá de esperar uma oportunidade para recuperar espaço no Cruzeiro. Segundo ele, será preciso aguardar o momento certo para ocupar novamente um lugar no time comandado por Adilson Batista.

“Agora é saber esperar minha vez, ter minha chance. Os volantes estão jogando bem. Estou na torcida, quero é que o Cruzeiro vença”, disse. O volante brincou a respeito de quando poderá voltar à equipe titular. “Só Deus e Adilson Batista que sabem. Vou ter de esperar minha chance. Meus companheiros estão jogando bem, fazendo gols. Estou tranquilo, quero ajudar e, quando precisar, estar pronto para fazer minha parte e não deixar o rendimento do time cair”, afirmou.

Neste domingo, contra o Democrata-GV, em Governador Valadares, Fabrício deve comandar o meio-campo do Cruzeiro. Com sete jogadores suspensos, a equipe estará recheada de reservas. Diante da necessidade de adquirir ritmo de jogo, o volante acredita que iniciará a partida. “Acho que vou jogar. O Adilson deixou escapar umas ‘conversinhas’ e acho que vou ser titular. Não dá para dizer 100% com o professor, mas tem uma boa chance de eu começar jogando”, ressaltou.

Entretanto, Fabrício revela que deve permanecer em campo por apenas 45 minutos. “Um tempo é a nossa programação. Vamos ver como a gente vai estar para, de repente, voltar no segundo. Mas a gente não quer pular etapas para não ter uma nova lesão. Vamos com calma, encarar com seriedade esse jogo, que para mim é muito importante. Para mim, é como se fosse uma final. Assim que tenho de encarar esses jogos para eu me condicionar e, quando vierem as verdadeiras dificuldades, eu não estar desacostumado”, observou.

Na quarta-feira, o volante Fabrício participou de poucos minutos da vitória do Cruzeiro por 2 a 0 sobre o Deportivo Itália, no Mineirão. A última partida em que ele esteve em campo havia sido na vitória por 4 a 1 sobre o Coritiba, em 29 de novembro, pela penúltima rodada do Brasileirão.

O volante revelou que a ansiedade para voltar a jogar era tanta que ele não conseguiu prestar atenção nas orientações do treinador Adilson Batista. “O Adilson me chamou e, na verdade, nem entendi muito o que ele me falou para fazer. Só entendi que era para entrar no lugar do (Marquinhos) Paraná. Só disse ‘tudo bem’. Foram cinco minutos bem intensos”, comentou.

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