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Fonte: Globoesporte.com

Como nos jogos contra Santo André e Fluminense, a diretoria do Cruzeiro resolveu manter os preços promocionais de ingressos para que o Mineirão receba um bom público contra o Grêmio, neste sábado, pelo Campeonato Brasileiro.

A entrada de geral, de R$ 10 foi para R$ 5. O bilhete de cadeira inferior, que chegava a custar R$ 25 nos dias das partidas, ficou em R$ 10. E os ingressos de cadeira superior, que variavam de R$ 25 a R$ 40, foram fixados em R$ 25. Apenas os bilhetes de cadeira especial ficaram ao custo de R$ 55, mesmo valor que os cruzeirenses pagavam nos dias de jogos na tabela antiga.

Empolgado com o comparecimento de mais de 50 mil torcedores no duelo contra o Fluminense, Zezé Perrella espera que o torcedor repita a dose contra o Grêmio.
– Temos feito um grande esforço nessa reta final de campeonato e a torcida proporcionou um espetáculo fantástico contra o Fluminense. No sábado, contra o Grêmio, espero mais de 50 mil torcedores nos ajudando a chegar ao G-4 – afirmou o dirigente, em entrevista ao site oficial do clube.

Em respeito aos torcedores que aderiram ao programa Sócio do Futebol e têm ajudado o clube pagando mensalidades, de acordo com o presidente do Cruzeiro, não foi possível reduzir os preços novamente. O esquema de venda antecipada para o jogo de sábado será definido em reunião na Federação Mineira de Futebol (FMF) nesta terça-feira.

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Fonte: Portal R7

O técnico Adilson Batista quer a ajuda da torcida para que o Cruzeiro vença os próximos três jogos do time no Campeonato Brasileiro. As partidas serão no Mineirão, em Belo Horizonte (MG).

– Agora temos três jogos em casa, peço o apoio do torcedor e vamos tentar descontar essa diferença. A gente quer a quarta vaga (para a Copa Libertadores de 2010). Vamos ficar atentos e tentar algumas situações.

O Cruzeiro pega o Goiás (8), o Atlético-MG (12) e o  Botafogo (18) nos próximos jogos. Desses adversários, os dois primeiros são adversários diretos por uma das vagas à Copa Libertadores. Apenas os quatro primeiros colocados do Campeonato Brasileiro se classificam para a competição internacional no ano que vem.

O time mineiro está na 11ª posição, com 36 pontos. A equipe tem nove pontos a menos que o Goiás, quarto colocado e último na zona de classificação para a Libertadores.

Fonte: Gazeta Esportiva

Depois de protestar contra a atitude do atacante Kléber de ter participado de uma festa da Mancha Verde, organizada palmeirense, no último sábado, dirigentes da Máfia Azul, do Cruzeiro, voltaram atrás e garantiram que vão incentivar o jogador no jogo desta quarta-feira, contra o Palmeiras, no Mineirão, no encerramento da 25ª rodada do Campeonato Brasileiro.

A mudança radical de posição ocorreu em apenas 15 minutos, depois de uma conversa com Kléber, na Toca da Raposa II. Tudo porque o atacante teria dito desconhecer o tamanho da rivalidade entre os dois grupos. A torcida palmeirense é aliada da torcida atleticana Galoucura, enquanto a organizada celeste é amiga da são-paulina Independente.

Kléber também esclareceu aos torcedores que uma das fotos divulgadas na internet em que ele aparece com o uniforme da Mancha Verde foi tirada na data de sua apresentação ao clube paulista, ainda no ano passado.

Depois das explicações, Alexandre Mendes, presidente da maior torcida organizada do Cruzeiro, garantiu que o clima agora é outro e que o jogador recebeu o perdão dos fãs mineiros. “Ele foi muito sincero. Vamos apoiá-lo no jogo”, resumiu.

Fonte: Portal Terra

Na 16ª colocação do Campeonato Brasileiro, apenas uma acima da zona do rebaixamento, a diretoria do Cruzeiro abre os olhos para o perigo da Série B. No entanto, a cúpula celeste faz questão de tranquilizar o técnico Adílson Baptista, que foi criticado por parte da torcida durante a derrota por 2 a 0 para o Atlético-PR, em pleno Mineirão.

“Desde que cheguei, houve uma crítica, um processo de perseguição, mas com um trabalho muito bom dentro de campo. O Zezé (Perrela, presidente) me passou tranquilidade, estamos pensando no jogo do Coritiba. Vamos trabalhar, permanecer e vamos ver. Somos muito competitivos com a chagada de Gilberto, Guerrón e outros jogadores”, afirmou Adílson, em entrevista à ESPN Brasil.

“Eles (diretores) que vão tomar a decisão de permanecer ou não. Sei que o trabalho é bom. Temos que relevar algumas situaçãos. Como venda de jogadores, emocional, expulsões, mas às vezes ficamos preocupados com rendimento, aceitação por parte de algumas pessoas”, completou.

O treinador, que levou o time do Cruzeiro ao vice-campeonato da Copa Libertadores, admitiu que ficou chateado com a atitude da torcida, mas sabe que dificilmente um treinador é unanimidade em um clube.

“Não estamos no futebol há pouco tempo. Ficamos chateados, quando determinada parte, uma minoria, é contra o trabalho, contra alguns jogadores, mas quem vive o dia dia somos nós. Temos obrigações de escalar os que estão em melhores condições. Isso sempre existiu. Agradar, ser simpático, conhecer essa ou aquela facção. Mas sempre procurei agir profissionalmente”, completou o treinador.