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Fonte: Gazeta Esportiva

Depois de eliminar o Nacional-URU com facilidade na fase anterior, o Cruzeiro é visto como favorito até mesmo pelos adversários do São Paulo. A superioridade cruzeirense nos bastidores aumenta ainda mais quando o momento do time paulista na competição é avaliado. A equipe paulista teve grande dificuldade para passar pelo modesto Universitário-PER. E como o jogo envolve muita tradição e vários títulos, não poderia faltar o famoso “esquenta” antes da primeira partida, ainda mais depois do duelo entre as duas equipes na Libertadores de 2009. Para Adilson Batista, porém, não há favorito.

Ciente dos momentos distintos que vivem os dois clubes, o técnico não quer nenhum rótulo. “Há um equilíbrio. Nós respeitamos o São Paulo e tenho certeza que do outro lado existe o respeito pela equipe do Cruzeiro. São duas equipes grandes, acostumadas a decidir, são tradicionais e já venceram a competição. É um jogo de muita importância e a gente sabe da responsabilidade”, afirmou.

“Será um jogo muito complicado contra o São Paulo, um confronto entre duas equipes multicampeãs, dois clubes tradicionais e acostumados a vencer. Vai ser um grande jogo”, disse.

Animado com o bom momento da equipe na Libertadores, o treinador celeste pediu o apoio da torcida em um momento decisivo para o clube na temporada. Uma vitória em casa ajudaria bastante o Cruzeiro, que largaria em vantagem no duelo contra o São Paulo.

“Nossa torcida é inteligente, apaixonada e com certeza nós teremos lá os 64 mil ingressos. Eu e os jogadores precisamos dessa ajuda. É amor e incentivo ao Cruzeiro. Peço o apoio, a compreensão, para que incentive, ajude. Nós vimos no Uruguai o Nacional perdendo de 3 a 0 e a torcida declarando amor ao seu clube. Então ajudem. É isso que eu peço. Ajudem, incentivem, gritem, participem, como nós sempre fizemos”, afirmou.

Até o final da tarde desta segunda-feira mais de 33 mil torcedores já garantiram presença no Mineirão. Nas bilheterias 16.269 ingressos foram vendidos. Os 17 mil sócios do clube também já estão com o bilhete na mão.

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Fonte: Site Oficial

A vitória por 3 x 0 sobre o Nacional, na noite desta quarta-feira, foi a primeira do Cruzeiro como visitante na Copa Santander Libertadores 2010. Em cinco jogos disputados fora de Belo Horizonte no torneio, o time estrelado tem uma vitória, três empates e uma derrota.

O resultando ampliou também a vantagem do Cruzeiro ante o Nacional. As duas equipes já se enfrentaram 15 vezes na história e a Raposa tem boa vantagem, com nove vitórias, dois empates e quatro derrotas. Os celestes marcaram 31 gols e sofreram 20.

As duas equipes se enfrentaram oito vezes no Uruguai. Foram três vitórias celestes, dois empates e três derrotas. O Cruzeiro marcou 15 tentos e sofreu 14.

O volante Fabrício, um dos destaques do Cruzeiro na partida, ressaltou que a boa vantagem construída na primeira partida foi importante para o triunfo alcançado no Uruguai.

“O primeiro resultado é muito importante, porque joga a pressão toda para o outro time. E você tendo que atacar e jogar para frente é muito mais difícil que defender e administrar a partida”, observou.

Sobre a próxima fase da Libertadores, Fabrício destacou que estarão frente a frente duas das equipes mais tradicionais e vitoriosas do Brasil. Contudo, o meio-campista recordou que o Cruzeiro eliminou o São Paulo nesta mesma fase do torneio na temporada passada.

“Vai ser um jogo difícil e no ano passado os enfrentamos nas quartas de final. É um time de tradição e tricampeão da Libertadores, enquanto estamos atrás do terceiro título”, destacou.

Confira a campanha do Cruzeiro fora de casa na Libertadores

27/01 – Real Potosí 1 x 1 Cruzeiro
10/02 – Vélez Sarsfield 2 x 0 Cruzeiro
11/03 – Deportivo Itália 2 x 2 Cruzeiro
15/04 – Colo-Colo 1 x 1 Cruzeiro
05/05 – Nacional-URU 0 x 3 Cruzeiro

Fonte: Gazeta Esportiva

Um confronto que promete ser quente, tenso e bastante disputado. Assim é a expectativa para o embate entre Nacional-URU e Cruzeiro, que será nesta quarta-feira, às 21h50 (de Brasília), no estádio Parque Central, em Montevidéu, no Uruguai, pela segunda partida das oitavas de final da Copa Libertadores.

No primeiro jogo a equipe celeste dominou amplamente o adversário e venceu por 3 a 1, no Mineirão, em uma partida que o placar poderia ter sido ainda mais elástico. Para se classificar às quartas de final da competição, a Raposa pode perder por até um gol de diferença. Como na Libertadores gol fora de casa vale como critério de desempate, vitória do Nacional por 2 a 0 elimina o Cruzeiro.

Para avançar na competição, o Nacional promete pressionar bastante a equipe mineira. Pensando nisso, a cúpula do time uruguaio vai mandar o jogo no acanhado e pequeno estádio Parque Central, onde a torcida pressiona mais do que no amplo Centenário. Sem temer a pressão do adversário, o técnico Adilson Batista chegou até a elogiar o campo do Nacional.

“O gramado do Parque Central é bom, dá para jogar, só que fica mais perto, é lateral na área, chuveirinho, ligação, então vamos trabalhar. Tenho uma ideia daquilo que posso fazer, já tenho uma ideia do que vou colocar pra passar por cima dessas dificuldades”, afirmou.

Para conter as constantes investidas do adversário, o treinador estuda a possibilidade de mudar a formação e escalar a equipe no 3-5-2, com o zagueiro Thiago Heleno no lugar do lateral esquerdo Diego Renan. Nesse esquema o meia Gilberto poderia ser deslocado para a lateral, sua posição de origem.

“Estou pensando. Vamos trabalhar e tenho a ideia de uma formação. Eles vão ter que sair, mas não vai fugir muito do que nós vimos no Mineirão, na liberdade de alguns jogadores. Podem mudar um pouco, vir mais por dentro, incomodando sempre os nossos zagueiros”, observou o treinador.

O volante Marquinhos Paraná quer a equipe cruzeirense muito bem postada e fortalecida na marcação para conter o ímpeto dos uruguaios. ?A nossa equipe tem que chegar muito forte, ter atenção do começo ao fim, todo mundo se ajudando. Esse jogo é muito importante para a gente dar sequência à nossa caminhada no campeonato?, disse.

Se por um lado o Cruzeiro está imbatível em casa na Copa Libertadores, por outro ainda não venceu fora de seus domínios. Em quatro jogos na competição na casa do adversário, a equipe celeste perdeu um e empatou os outros três. Ciente da capacidade do time cruzeirense, o lateral esquerdo Diego Renan quer acabar com esse jejum.

“Ano passado, no segundo turno do Campeonato Brasileiro, ficamos vários jogos sem perder fora de casa. Agora temos que colocar na cabeça que precisamos vencer, vamos pra lá tranquilos, sabendo que um empate nos classifica, mas vamos com o pensamento de vencer também porque estamos precisando”, argumentou.

Já o Nacional, que tanto provocou os cruzeirenses antes do primeiro jogo, desta vez ficou calado, pois a tarefa de fazer dois gols e não sofrer nenhum contra o Cruzeiro será bastante difícil. Um desfalque quase certo na equipe uruguaia é o atacante Varela, que ainda se recupera de uma lesão. Se o jogador não reunir condições de voltar a campo, Diego Vera deve formar a dupla de ataque com Mario Regueiro.

Fonte: Globo Esporte

Nesta quarta-feira, às 21h50m (de Brasília), o Cruzeiro enfrentará, além do Nacional-URU, um adversário que o cercará durante toda a partida. O time mineiro terá de encarar a pressão de 20 mil fanáticos torcedores uruguaios, dispostos a carregar o time da casa à classificação para as quartas de final da Taça Libertadores da América.

A diretoria do Nacional escolheu jogar no estádio Parque Central, histórico para o futebol brasileiro – foi lá a primeira partida da seleção em uma Copa do Mundo – mas temido pelos clubes visitantes. No melhor estilo “alçapão”, o palco do duelo desta quarta tem gramado ruim e pequeno, além do alambrado a poucos centímetros da linha lateral do campo.

Tudo isso para tentar inverter a vantagem adquirida pelo Cruzeiro no Mineirão. A equipe celeste venceu por 3 a 1 e, para se manter na Libertadores, poderá até perder por um gol de diferença. As dificuldades serão enormes, mas os jogadores da equipe mineira estão preparados para suportar toda a pressão.

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A cidade de Montevidéu vive intensamente a expectativa do duelo. Todos os ingressos foram vendidos antecipadamente. Afinal de contas, estarão em campo cinco títulos da Libertadores – três do Nacional e dois do Cruzeiro – e dois mundiais interclubes, conquistados pela equipe uruguaia.

Adilson ainda não definiu o esquema

Nesta terça-feira, o técnico do Cruzeiro, Adilson Batista, comandou um treinamento no Parque Central, local da partida contra o Nacional. Os jogadores bateram bola no gramado e sentiram um pouco a dificuldade que terão nesta quarta.

– Libertadores é isso mesmo. A gente tem que estar preparado para isso. Tenho certeza que nossos jogadores estarão preparados. Vamos fazer um grande jogo diante do Nacional – afirmou o meia Gilberto, do Cruzeiro.

Todos estão muito confiantes em um bom resultado, que garanta o time mineiro na próxima fase. O treinador não confirmou a equipe titular, mas deu dicas de que poderá utilizar a formação com três zagueiros. Durante grande parte da movimentação, Adilson trabalhou isoladamente com Gil, Leonardo Silva e Thiago Heleno.

A intenção de Adilson é bloquear ao máximo as investidas do Nacional. Como o jogo será de pressão e com muitas bolas alçadas na área, o treinador do Cruzeiro deve entrar com uma zaga alta, especialista nas jogadas aéreas.

Fabrício, recuperado de contusão, também tem chances de atuar. Ele foi substituído no intervalo da partida de ida, no Mineirão, após sentir uma lesão. Em seu lugar, entrou Elicarlos. Porém, se o Cruzeiro atuar com três zagueiros, Fabrício deverá ficar no banco de reservas.

Como a decisão da vaga pode ser feita na disputa de pênaltis – em caso de derrota por 3 a 1 – os jogadores do Cruzeiro também treinaram cobranças.

Atacante Varela deve ser confirmado

O Nacional precisa de um jogo praticamente perfeito para inverter a vantagem do Cruzeiro. O time terá que partir para cima e se proteger dos contra-ataques do time mineiro se quiser chegar às quartas.

O técnico Eduardo Acevedo espera aproveitar o apoio total dos torcedores para conseguir o feito. E, mais que a pressão das arquibancadas, o treinador terá o reforço de um de seus principais atletas: o atacante Varela.

O jogador sentiu uma contusão no Mineirão, ficou em tratamento intensivo e se recuperou para a partida desta quarta-feira. Porém, caso não tenha condições de atuar – o que é pouco provável – Diego Vera será o substituto.

A equipe precisa dar uma resposta à sua torcida, já que o Peñarol, principal rival do Nacional, com muita antecedência, já se sagrou campeão uruguaio de 2010.

Fonte: Globo Esporte

Nesta terça-feira, às 17h (de Brasília), o Cruzeiro realizará o último treinamento antes da difícil partida diante do Nacional-URU, pelas oitavas de final da Taça Libertadores da América. A movimentação comandada pelo técnico Adilson Batista será no local do jogo, o estádio Parque Central.

Será um treino para que os jogadores possam conhecer o gramado e, principalmente, ter uma noção da pressão da torcida uruguaia. A cidade de Montevidéu respira a partida, e os torcedores não pensam em outro resultado que não seja a classificação para a próxima fase do torneio.

Mas o elenco celeste também já está preocupado com a estreia da equipe no Campeonato Brasileiro. O time mineiro enfrentará o Internacional, em Porto Alegre, neste domingo. Para o goleiro Fábio, o momento é de atenção em todas as competições.

– É um começo de competição, e a gente tem que estrear bem, mesmo jogando fora de casa. É um campeonato que a gente quer bastante. Nesses últimos anos, nós nos aproximamos do título, mas infelizmente deixamos escapar, por detalhes ou por poupar alguns jogadores, priorizando outras competições – explicou o goleiro Fábio, do Cruzeiro.

Porém, o foco principal é realmente a Taça Libertadores. O confronto é encarado com muita atenção por todo o grupo, que já está na capital uruguaia desde esta segunda-feira. Com o resultado de 3 a 1 no Mineirão, o Cruzeiro pode até perder por um gol de diferença que, mesmo assim, garantirá a vaga.

Adilson Batista não divulgou a equipe titular nem deve dar pistas no último treino. Pode ser que o treinador escale três zagueiros para tentar conter com mais facilidade os atacantes adversários.

– O time está bem consciente, o grupo está bem unido. Independentemente de quem entrar em campo e independentemente da competição, nós vamos entrar bem representados. A camisa do Cruzeiro é que estará em campo – disse Fábio.

Fonte: Site Oficial

Em noite de bom futebol, especialmente no primeiro tempo, o Cruzeiro venceu o Nacional-URU, por 3 x 1, nesta quinta-feira, e largou à frente no confronto das oitavas de final da Copa Santander Libertadores. Foi uma jornada especialmente inspirada do atacante Thiago Ribeiro, que marcou os três gols celestes, todos na etapa inicial.

Como fez dois gols de vantagem, a Raposa passará adiante até com derrota por um tento de diferença no jogo de volta, na próxima quarta-feira, em Montevidéu. O placar de 2 x 0 a favor dos uruguaios eliminará o time celeste. Se o Cruzeiro marcar duas ou mais vezes no campo adversário, o Nacional precisará fazer três gols a mais para jogar as quartas de final.

Pela primeira vez na temporada, o Cruzeiro entrou em campo com o time imaginado como o titular desde o início do ano. A numeração fixa da Libertadores seria a tradicional de 1 a 11, não fosse o atacante Kleber, que veste a 25 no torneio internacional.

O Gladiador voltou à equipe após duas partidas ausente devido a uma lesão muscular. Já o volante Fabrício retomou o lugar na equipe em lugar de Fabinho, que ficou fora dos treinos de segunda e terça-feira em razão de cansaço muscular e ficou fora da partida.

O Cruzeiro terá seis dias de preparação até o jogo de volta. Os atletas se reapresentam na Toca da Raposa II na tarde de sexta-feira e iniciam a preparação para encarar o Nacional.

O jogo

O Cruzeiro entrou em campo disposto a decidir e fez um primeiro tempo impecável. Soube dominar o adversário, foi superior durante os 45 minutos e eliminou qualquer tentativa de contra-ataque que ameaçasse a meta de Fábio. O Nacional abusou da truculência nas divididas, com a conivência do árbitro Héctor Baldassi, mas não intimidou o time celeste.

Antes que qualquer clima de apreensão pudesse dominar o estádio, o Cruzeiro abriu o placar. Aos 6 min, Diego Renan dominou a bola no campo de defesa e acertou um lançamento de 50 metros para Thiago Ribeiro, que invadiu a área e tocou por entre as pernas de Muñoz para fazer 1 x 0 e explodir o Mineirão pela primeira vez.

O Cruzeiro foi inteligente e a troca constante de posição entre os atacantes deixou Thiago Ribeiro à vontade para decidir. O camisa 11 cumpriu com perfeição o papel de elemento surpresa dentro da área, nos momentos em que Kleber recuava para armar o jogo.

Foi o que aconteceu aos 21 min, quando o Gladiador tocou a Fabrício, que levantou a bola da intermediária. O zagueiro Lembo não achou nada e Thiago Ribeiro apareceu livre para cabecear no canto direito de Muñoz e fazer 2 x 0.

Para se ter noção do domínio que o Cruzeiro exercia, Fábio trabalhou pela primeira vez aos 25 min, quando defendeu sem dificuldade a bola cabeceada pelo zagueiro Coates na área.

Implacável, o time celeste envolveu o Nacional novamente na jogada do terceiro gol. Gil tocou a Jonathan, que avançou e deu a Henrique. O camisa 8 driblou um defensor e acertou belo lançamento para Thiago Ribeiro amortecer com a cabeça e encher o pé na entrada da área. O Cruzeiro fazia 3 x 0 aos 41 min de bola rolando.

O segundo tempo começou diferente. Com o volante Elicarlos no lugar de Fabrício, o time celeste não apresentou a mesma concentração e o Nacional se lançou ao ataque.

Aos 4 min, Fábio fez grande defesa em chute à queima-roupa de Vera. No minuto seguinte, não teve jeito. A bola foi levantada na área, Regueiro deu um leve empurrão em Elicarlos, dominou e chutou no canto esquerdo de Fábio. O placar passava a apontar 3 x 1.

Aos poucos, o Cruzeiro se reencontrou em campo e voltou a jogar melhor que o adversário. O Nacional, por sua vez, parecia achar que a derrota por dois gols não era tão ruim. Prova disso foi a entrada do zagueiro Godoy na vaga do armador Angel Morales, aos 23 min. O antídoto de Adilson Batista foi lançar o atacante Guerrón no lugar de Gilberto, aos 30 min.

O time celeste chegou a ameaçar a meta do Nacional, especialmente em chutes fortes de longa distância, mas parou em Muñoz. Foi o que ocorreu com Thiago Ribeiro, aos 32 min, e Elicarlos, aos 40 min. Sem mais chances, o placar de 3 x 1 foi mantido até o apito final.

Fonte: Lance!

Nesta quinta-feira, o Cruzeiro enfrentará o Nacional-URU, pela partida de ida das oitavas de final da Taça Libertadores. O confronto será realizado no Mineirão, às 19h (de Brasília).

O técnico Adilson Batista, do Cruzeiro, divulgou a lista de convocados para a partida, com 18 jogadores. A surpresa é a presença do volante Elicarlos, que se recuperou de séria lesão na coxa esquerda. Quem ficou fora foi Fabinho, que ainda sofre com dores musculares.

Veja a lista de relacionados:

Goleiros: Fábio e Rafael
Laterais: Diego Renan e Jonathan
Zagueiros: Gil, Leonardo Silva e Thiago Heleno
Volantes: Elicarlos, Fabrício, Henrique e Marquinhos Paraná
Meias: Gilberto, Pedro Ken e Roger
Atacantes: Guerrón, Kleber, Thiago Ribeiro e Wellington Paulista

Fonte: UOL Esportes

Com 100% de aproveitamento em casa na Libertadores, até o momento, o Cruzeiro recebe o Nacional do Uruguai, que está invicto na atual edição da competição e não sofreu gols como visitante, nesta quinta-feira, às 19h (horário de Brasília), no Mineirão, no jogo de ida pela oitavas de final. A meta celeste é fazer prevalecer o mando de campo, aproveitando as grandes dimensões do campo (110 metros de comprimento por 75 de largura) e o apoio da torcida, para sair em vantagem e ter tranquilidade em Montevidéu.

Já o Nacional, que se classificou como primeiro colocado do grupo 6, com 12 pontos, um a mais que o argentino Banfield, quer confirmar a boa campanha como visitante e também o fato de o Cruzeiro não ter conseguido a primeira colocação da chave 7, que ficou com o Vélez Sarsfield. Em seis jogos na fase de classificação, o time uruguaio venceu três e empatou três. Fora de casa, a vitória foi sobre o Banfield, por 2 a 0, e dois empates sem gols, contra Monarcas Morelia e Deportivo Cuenca.

Para o Cruzeiro, uma vitória convincente sobre o Nacional pode valer não apenas uma vida mais fácil no jogo da volta, na capital uruguaia, na próxima quarta-feira, como a tranquilidade para a sequência da temporada. Após a eliminação celeste na semifinal do Campeonato Mineiro, com a derrota para o Ipatinga, por 3 a 1, no Mineirão, quando o técnico Adilson Batista escalou um time misto, o clima esquentou.

Houve manifestação de torcedores em frente à Toca da Raposa II e afastamento de sete jogadores. Um resultado ruim, em casa, contra o Nacional, poderá reaquecer o ambiente e piorar o relacionamento entre parte da torcida cruzeirense e Adilson Batista, que depois de uma fase conturbada em 2009, estava sereno nesta temporada.

No Mineirão, na atual Libertadores, o Cruzeiro venceu todos os quatro jogos disputados, incluindo a goleada sobre o Real Potosí, por 7 a 0, na fase preliminar da competição internacional. Pelo grupo 7, em Belo Horizonte, o time cruzeirense bateu Colo-Colo (4 a 1), Deportivo Italia (2 a 0) e Vélez Sarsfield (3 a 0). São 16 gols marcados, média de quatro por jogo, e apenas um sofrido.

Como visitante, no entanto, o Cruzeiro ainda não ganhou nesta Libertadores. Empatou com o Real Potosí, em 1 a 1, e pela etapa de grupos perdeu para o Vélez, por 2 a 0, empatando com Deportivo Italia e Colo-Colo, em 2 a 2 e 1 a 1, respectivamente. “A Libertadores é o nosso principal objetivo deste primeiro semestre, todo mundo sabe. Vamos estar motivados para este primeiro jogo. Temos de conseguir um bom resultado em casa para decidir com vantagem fora”, salientou o atacante Kléber.

Se os jogadores do Cruzeiro já estavam motivados para o primeiro jogo das oitavas de final, declarações atribuídas ao técnico Eduardo Acevedo, publicadas pelo jornal El Pais, que a história do Nacional na Libertadores é maior que a do adversário e que isso tem de prevalecer, aumentaram o ânimo celeste. Em Belo Horizonte, o treinador disse que não provocou o clube brasileiro e atribuiu às declarações provocativas à imprensa uruguaia.

Apesar de dizer que o Nacional tentará aproveitar as “poucas chances” que acredita serão criadas por seu time para vencer, o atacante Regueiro reconhece que o empate pode ser bom negócio. “Não perder é um bom resultado para nós. Somos conscientes que na partida de volta, em nosso campo, teremos de ser fortes para conseguir a vitória”, destacou.

Cruzeiro e Nacional, que já conquistaram títulos da Libertadores, fizeram boas campanhas na Libertadores do ano passado. O Cruzeiro foi derrotado pelo Estudiantes, por 2 a 1, no Mineirão, na decisão do título. A equipe argentina havia eliminado o time uruguaio na fase semifinal.

No Cruzeiro, Adilson Batista deve colocar o volante Fabrício, que teve problemas de contusão este ano, pela primeira vez nesta Libertadores, como titular, já que Fabinho, que vinha atuando não foi nem ao menos relacionado entre os 18 jogadores que ficarão à disposição de Adilson Batista para o jogo desta quinta-feira.

Elicarlos, que se recuperou de lesão muscular na coxa esquerda, é outro volante que foi relacionado pelo treinador cruzeirense. No ataque, Kléber que desfalcou o time nos dois últimos jogos, está de volta para formar dupla de ataque com Thiago Ribeiro, e tentar marcar os gols que poderão garantir o time cruzeirense na próxima fase da Libertadores.

No Nacional, os titulares Alvaro González e Maximiliano Calzada, que estavam contundidos, se recuperaram e deverão iniciar a partida no Mineirão. O volante Oscar Morales, que cumpriu suspensão contra o Morelia, no último jogo pelo grupo 6, e o lateral Christian Núñez, outro recuperado de contusão, devem ficar como opções no meio-campo.

Fonte: Globo Esporte

O técnico do Cruzeiro, Adilson Batista, ainda não divulgou a equipe que enfrentará o Nacional-URU, nesta quinta-feira, às 19h (de Brasília), pelas oitavas de final da Taça Libertadores. Porém, não existem muitas dúvidas em relação ao time titular.

O volante Fabinho, com fadiga muscular, ficará de fora. Fabrício deve ser o substituto no meio-campo. Nas demais posições, o time está praticamente definido.

Na zaga, Leonardo Silva deve ter Gil como companheiro de setor. No meio-campo, Gilberto deve seguir como titular. Assim, Roger – mais uma vez – ficará apenas como opção no banco de reservas.

– Tivemos um tempo maior para treinar e é o que temos feito. O Adilson tem procurado dar ritmo e ao mesmo tempo trabalhos específicos. Até hoje, já foi feito praticamente de tudo – disse o meia Gilberto, do Cruzeiro, ao site oficial do clube.

O provável Cruzeiro para enfrentar mais um desafio pela Libertadores deve ser Fábio; Jonathan, Gil, Leonardo Silva e Diego Renan; Fabrício, Marquinhos Paraná, Henrique e Gilberto; Kleber e Thiago Ribeiro.

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