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Fonte: Site Oficial

O Cruzeiro soube driblar os 4 mil metros de altitude da cidade boliviana de Potosí e empatou com o Real, por 1 x 1, na noite desta quarta-feira, no estádio Victor Agustín Ugarte. O resultado no jogo de ida da primeira fase da Copa Santander libertadores deixa o time celeste em boa condição para a volta, daqui a uma semana, no Mineirão.

A Raposa jogará por uma vitória simples ou um 0 x 0 em 3 de fevereiro para seguir rumo ao tricampeonato da Libertadores. Empate por 1 x 1 leva a decisão para os pênaltis e qualquer outra igualdade favorece os potosinos no critério de gol fora de casa.

Para esta quarta-feira, Adilson Batista armou o time bem diferente daquele que goleou o Uberlândia na estreia do Campeonato Mineiro. O volante Elicarlos assumiu a lateral direita e Jonathan, recuperado de dor no tornozelo esquerdo, ficou no banco de reservas. Gil substituiu Cláudio Caçapa e formou zaga com Leonardo Silva.

No meio-campo, Pedro Ken foi escalado pelo lado direito, em lugar de Bernardo. Por fim, o ataque ganhou mais corpo com Wellington Paulista em vez de Thiago Ribeiro.

Depois dos cinco dias de aclimatação nos 2.800 de altitude de Sucre, o Cruzeiro mostrou muita segurança para encarar o Real Potosí na Bolívia. Muito diferente do que aconteceu há dois anos, os atletas souberam administrar o esforço e superar a barreira do ar rarefeito.

A delegação celeste retorna a Belo Horizonte na quinta-feira e não terá muito tempo até o próximo compromisso, no sábado, às 17h, contra o Ipatinga, no Mineirão, pelo Estadual.

O jogo

O Cruzeiro cumpriu à risca na primeira etapa o plano de jogo traçado por Adilson Batista. Com um grande economia de gestos, os atletas celestes evitaram lançamentos longos, arrancadas inúteis e fizeram o tempo passar a cada interrupção da partida.

Logo aos 2 min, o Real Potosí mostrou uma das armas de time que joga na altitude. Loayza arriscou de fora da área e mandou longe da meta de Fábio. O Cruzeiro esteve bastante compacto em campo e, com inteligência, abriu o placar logo no início.

Aos 7 min, Kleber fez um giro no meio-campo, enganou o defensor e acionou Diego Renan na esquerda. Sem avançar muito, o lateral cruzou rasteiro e encontrou Wellington Paulista, na marca do pênalti, livre para chutar de primeira, no canto direito, e fazer Cruzeiro 1 x 0.

O gol não mudou em nada a estratégia e o Cruzeiro seguiu jogado em “câmera lenta”. A defesa mostrou muita firmeza e o adversário ficou sem alternativas. Em sincronia perfeita, os zagueiros Gil e Leonardo Silva deixaram Ruiz impedido aos 17 min e aos 19 min. Seriam nada menos que seis impedimentos do Real Potosí em 45 minutos.

A atuação do time só destoou aos 20 min, quando o meia Gilberto se desentendeu com Yecerotte em disputa de bola e acabou expulso pelo árbitro peruano Victor Rivera, que mostrou o cartão amarelo para o boliviano. Já em desvantagem por atuar nos 4 mil metros de altitude o Cruzeiro teve que se desdobrar para suprir a ausência do maestro.

Aos 27 min, o técnico Sergio Apaza sacou o volante Ortiz e colocou o armador Correa, que participaria do lance de maior perigo na área celeste.  Aos 32 min, o argentino cobrou falta da esquerda e Rodríguez, de costas para o gol, cabeceou no travessão. De resto, o Real Potosí não conseguiu se aproximar do gol de Fábio e arriscou chutes ruins de longe.

O Real Potosí voltou ainda mais ofensivo para a segunda etapa. O volante Clavijo saiu e deu lugar ao atacante Andaveris, que já aos 3 min deu trabalho. Ele recebeu cruzamento de Galindo pela esquerda e cabeceou para a boa defesa de Fábio.

Adilson Batista respondeu já aos 6 min, com a entrada do lateral-direito Jonathan no lugar de Wellington Paulista. Elicarlos então passou a reforçar a marcação no meio-campo.

O segundo tempo se desenhou um pouco diferente à medida em que o tempo passava e o Real Potosí apresentava a melhor adaptação à situação de baixa pressão atmosférica. O Cruzeiro manteve a estratégia, mas teve mais trabalho para conter as investidas do rival. Fábio trabalhou para defender cobrança de falta de Correa, aos 21 min.

Aos 22 min, o atacante Thiago Ribeiro entrou em ação, no lugar de Kleber. Três minutos depois, foi a vez de o camisa 1 trabalhar para conter finalização de Yecerotte.

Adilson Batista mudou pela última vez aos 29 min. Pedro Ken deu lugar ao volante Fabinho, que deu novo gás à cabeça-de-área celeste. O Cruzeiro seguiu lutando contra o cansaço até o final e por pouco não conseguiu uma vitória heroica.

O jogo se encaminhava para o final quando o Real buscou o empate. Aos 43 min, Eguino cruzou da direita e encontrou Correa em condição de chutar firme para anotar 1 x 1. Fábio ainda garantiu o resultado com boa defesa em cabeceio de Yecerotte aos 47 min.

Fonte: UOL Esporte

Na última rodada do Brasileirão, o Cruzeiro entrará em campo na Vila Belmiro para vencer e contar com tropeços dos concorrentes diretos para chegar a uma vaga para a Copa Libertadores. No entanto, se empatar, a equipe celeste garante a manutenção de um retrospecto positivo em relação ao rival Atlético-MG: na era dos pontos corridos, sempre terminou o Brasileirão à frente do time alvinegro.

Com a vitória por 4 a 1 sobre o Coritiba no Mineirão e a derrota do Atlético por 3 a 1 para o Palmeiras no Parque Antarctica, o Cruzeiro ultrapassou o arquirrival depois de 35 rodadas. O time celeste só havia ficado à frente do alvinegro na primeira rodada, quando foi líder e o Atlético oitavo.

Em 2003, quando foi campeão brasileiro, o Cruzeiro viu o Atlético terminar a competição na sétima colocação. No ano seguinte, o alvinegro foi 19º e o time celeste o 13º. Já em 2005, o Atlético foi rebaixado ao ficar em 20º lugar entre os 22 participantes, enquanto o Cruzeiro foi o oitavo colocado.

No retorno do Atlético à elite, em 2007, a equipe alvinegra ficou com a oitava colocação, enquanto o Cruzeiro foi o quinto colocado. Na última temporada, a equipe celeste ficou com a terceira colocação, enquanto o time alvinegro teve a 12ª melhor campanha.

Coma vitória deste domingo, o Cruzeiro soma 59 pontos e ocupa a quinta colocação. Além de vencer o Santos, a equipe celeste deposita suas esperanças em tropeços de Palmeiras ou São Paulo. Caso uma das equipes paulistas perca, o time celeste chega à Libertadores com qualquer vitória. Isso porque apesar de estar a três pontos de ambos os concorrentes, a equipe mineira possui o mesmo número de vitórias, 17.

Na última rodada, o Palmeiras enfrenta o Botafogo no Rio de Janeiro. A equipe carioca luta para se livrar do rebaixamento para a Série B. Já o São Paulo receberá o já rebaixado Sport no Morumbi.

Já o Atlético tem 56 pontos e, na sexta colocação, já não tem mais chances de chegar à Copa Libertadores. A equipe comandada por Celso Roth permaneceu 22 rodadas na zona de classificação para a competição internacional e em outras oito esteve na liderança do Brasileirão.

Os times mineiros podem terminar empatados em pontos, número de vitórias, saldo de gols e gols marcados. Isso pode acontecer caso o Atlético vença e o Cruzeiro perca pelo mesmo placar. Nessa situação a quinta colocação seria decidida no confronto direto.

Assim, o Atlético levaria vantagem já que o regulamento do Brasileirão prevê a decisão “no jogo de 180 minutos” no artigo 13 do capítulo IV (“do sistema de disputa”). No primeiro turno, o time alvinegro venceu por 3 a 0, enquanto no segundo foi derrotado por 1 a 0.

Fonte: Site Oficial

O Cruzeiro empatou por 1 x 1 com o Atlético-PR, na noite deste sábado, na Arena da Baixada, em Curitiba, pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro. O time estrelado lutou muito e conseguiu empatar aos 45 min do segundo tempo com o zagueiro e capitão Leonardo Silva, após escanteio cobrado por Gilberto. Marcinho abriu o placar para o Atlético-PR.

O time celeste chegou aos 56 pontos e espera o fechamento da rodada deste domingo para saber suas possibilidades de chegar ao G-4. O bicampeão Mineiro tem o mesmo número de pontos que Internacional e Atlético-MG, mas perde no saldo de gols.

O técnico Adilson Batista escalou o Cruzeiro no 4-4-2 e manteve o mesmo time pelo terceiro jogo seguido.

O Cruzeiro encarou um time que luta para afastar o risco de rebaixamento e foi escalado no esquema 3-5-2, apostando principalmente na velocidade dos atacantes Wesley e Wallyson e na organização das jogadas do veterano Paulo Baier.

O time celeste terá uma semana de preparação para o próximo compromisso, contra o Coritiba, no próximo domingo, às 17h, no Mineirão.

A partida

O jogo começou bastante pegado, com as duas equipes mostrando muita vontade. O Atlético-PR tinha maior posse de bola e tentava os ataques, principalmente pelo lado esquerdo.

Entretanto, o primeiro lance de perigo foi um contra-ataque celeste. Aos 9 min, Wellington Paulista tocou de cabeça para Fabrício. O volante celeste colocou na frente e chegou à área paranaense para finalizar. O Chute saiu fraco e Galatto fez a defesa.

Com maior posse de bola, os paranaenses buscavam os chutes de fora da área. Paulo Baier e Wesley , com muito perigo, tentaram o gol, mas Fábio estava atento e fez as defesas.

O Atlético-PR não dava espaço para Gilberto, o principal articulador de jogadas ofensivas celestes, e apostava na velocidade dos velozes Wallyson e Wesley, que deram muito trabalho à defesa celeste.

No último lance da primeira etapa, o meia Paulo Baier cobrou falta da intermediária e obrigou o goleiro Fábio a fazer grande defesa para escanteio.

As equipes voltaram sem mais alterações para a segunda etapa e o jogo seguiu equilibrado, com lances perigosos de lado a lado. No primeiro minuto da etapa complementar, Paulo Baier roubou a bola e passou para Wallyson. O atacante tentou o chute de fora da área e a bola passou à esquerda de Fábio.

No minuto seguinte, o Cruzeiro deu a reposta. Gilberto cobrou escanteio e Gil quase abriu o placar para a Raposa.

Mas o Atlético-PR seguia mais perigoso e Marcinho perdeu grande chance aos 8 min. O lateral-direito cruzou para o ex-cruzeirense que, debaixo do gol, testou para o chão e com o impacto ela subiu e passou por cima do gol de Fábio. 

Quatro minutos depois, Nei chegou à linha de fundo, driblou Diego Renan e cruzou de perna esquerda. A zaga celeste conseguiu cortar e afastar o perigo.

De tanto insistir, o Atlético-PR abriu o placar aos 28 min. O atacante Marcelo tocou para Paulo Baier que cruzou para Marcinho, livre na pequena área, cabecear para o gol.

Após levar o gol, o Cruzeiro procurou chegar ao gol adversário e aos 45 min do segundo tempo conseguiu empatar com o zagueiro e capitão Leonardo Silva, que marcou de cabeça, após cruzamento.

No final da partida, Gilberto foi expulso, após discutir com o árbitro Paulo César de Oliveira.

Fonte: Site Oficial

O Cruzeiro jogou para mais de 50 mil torcedores e empatou com o Grêmio, por 1 x 1, na noite deste sábado, perdendo a chance de entrar na tão almejada zona de classificação para a Copa Santander Libertadores. A vitória fugiu das mãos com um gol do argentino Herrera, aos 46 min do segundo tempo.

O time celeste chegou a 55 pontos ganhos e permaneceu na quinta colocação do Campeonato Brasileiro, agora a um ponto do rival Atlético-MG, quarto com 56.

Sem problemas de lesão ou suspensão, o técnico Adilson Batista manteve a formação titular do triunfo por 3 x 2 sobre o Sport, em Recife, há uma semana.

O Grêmio do técnico interino Marcelo Rospide também não apresentou alteração tática em relação ao time que vinha sendo escalado pelo antecessor Paulo Autuori. O time foi armado no 4-3-2-1, com três volantes, dois armadores e um centroavante fixo.

O Cruzeiro encarou um adversário que já não tem chance de chegar ao G-4, mas nem por isso se entregou no campeonato. O jogo foi bastante equilibrado e com alternativas.

O time celeste lutou muito e chegou ao gol aos 20 min do segundo tempo. O camisa 10 Gilberto cobrou pênalti sofrido por Soares em jogada de Guerrón. O Grêmio teve Túlio e Fábio Santos expulsos, mas ainda assim conseguiu o empate já nos acréscimos.

O time celeste terá uma semana de preparação para o próximo compromisso, contra o Atlético-PR, no próximo sábado, às 19h 30, na Arena da Baixada.

Fonte: Site Oficial

O Cruzeiro comprovou mais uma vez a sua boa fase no Campeonato Brasileiro e, por muito pouco, não conquistou sua terceira vitória seguida fora de casa na competição. O time celeste vencia o jogo até os 47 minutos do segundo tempo, mas acabou cedendo o gol da igualdade e terminou a partida empatando em 2 x 2 com o Avaí, na noite deste domingo, no estádio da Ressacada, em Florianópolis.

Com o resultado, a Raposa manteve a invencibilidade de sete partidas jogando fora de Belo Horizonte e, depois de cinco rodadas, finalmente saiu da 13ª colocação e subiu para a 11ª posição na tabela do campeonato nacional.

Leonardo Silva e Fabrício marcaram os gols do campeão da Tríplice Coroa, que volta a campo na próxima quinta-feira, no Mineirão, contra o Goiás. Já Léo Gago fez o gol do Avaí, que enfrenta o Palmeiras, também na quinta-feira, em São Paulo.

O jogo começou bem disputado, com as duas equipes em busca do gol. Logo aos 2 minutos, Diego Renan fez boa jogada, cruzou para a área e Wellington Paulista chegou um pouco atrasado. O time da casa respondeu logo depois, em um contra-ataque comandado por Muriqui, que tabelou com Fabinho Capixaba, e finalizou mal, para fora.

A partir dos 10 minutos, o Cruzeiro passou a comandar as ações e chegou a pressionar o adversário que, mesmo jogando em casa, estava acuado e não conseguia manter a posse da bola. Aos 22, Fabrício acertou um forte chute de longa distância, Eduardo Martini não segurou e a bola quase sobrou para Wellington Paulista.

O Avaí se segurava como podia, mas dava trabalho à defesa celeste em jogadas de contra-ataque, especialmente com Muriqui, que só não marcou por causa de excelente defesa de Fábio. O goleiro estrelado, como sempre muito seguro e bem posicionado, ainda agarrou um chute forte de Léo Gago.

A Raposa, na seqüência, teve clara situação para marcar, nos pés de Thiago Ribeiro, mas o atacante Thiago Ribeiro finalizou mal, para fora. Melhor em campo, o Cruzeiro abriu o marcador aos 42 minutos, através do zagueiro Leonardo Silva, que desviou um chute cruzado de Jonathn.

O time mineiro ainda poderia ter ampliado o placar nos acréscimos do primeiro tempo, novamente com Leonardo Silva. Mas o defensor demorou a chutar e permitiu a reação da zaga do Avaí.

Atrás no marcador, a equipe catarinense iniciou a segunda etapa em cima do Cruzeiro, tentando pelo menos evitar a derrota. Aos 6 minutos, Emerson teve tudo para empatar, mas cabeceou para fora. Mas, 2 minutos depois, Eltinho recebeu pela esquerda e tocou para Léo Gago, que finalizou sem chance alguma para Fábio, empatando a partida.

O gol animou ainda mais o time do Avaí, que se mandou de vez para o ataque, pressionando o Cruzeiro, que soube neutralizar o ímpeto do adversário e, em contra-ataque, marcou o segundo gol, aos 15 minutos. O lateral-direito Jonathan cruzou na medida para Fabrício, de cabeça, recolocar o Cruzeiro na frente do placar.

O treinador estrelado mexeu pela última vez aos 29 minutos, ao colocar Patric no lugar de Gilberto. A partir daí, o Cruzeiro se fechou mais no meio-de-campo, evitou a armação das jogadas do adversário e ainda teve boa chance para fazer o terceiro, em uma finalização de Diego Renan, bem defendida por Eduardo Martini.

O time da casa se mandou todo para a frente, desperdiçou clara chance para marcar, aos 44 minutos, com Muriqui, mas, aos 47, acabou igualando o placar, através de Cristian, evitando a terceira vitória seguida do Cruzeiro fora de casa.

Fonte: Globoesporte.com

O jogo entre Vitória e Cruzeiro nesta noite de domingo no Barradão pode ser considerado um dos mais emocionantes do Campeonato Brasileiro deste ano. A Raposa chegou a estar vencendo por 3 a 1 e levou o empate aos 43 minutos do segundo tempo com um belo gol de Roger. O resultado colocou as duas equipes com 29 pontos na tabela de classificação. Os baianos ainda ficam na frente pelo saldo de gols, neste caso, em 12° lugar.

Os grandes destaques do Cruzeiro foram o goleiro Andrey e o jogador Gilberto, que marcou seus dois primeiros gols depois a favor do clube de Belo Horizonte. Pelo Vitória, Roger fez dois tentos e foi decisivo na partida.

O próximo jogo do Vitória será contra o Grêmio, no próximo sábado, às 16h30m, no Olímpico. Já a equipe do Cruzeiro recebe o São Paulo, às 16h, do mesmo dia, pela 23ª rodada da competição..

Raposa marca logo aos três minutos de jogo

A torcida do Vitória ainda cantava, empolgada pelo início da partida, quando o Cruzeiro marcou o seu primeiro gol. Era tudo o que os baianos não esperavam. Aos três minutos, Jancarlos chutou forte e, no rebote do goleiro Viafara, Gilberto finalizou com tranquilidade.

A forte chuva que caiu momentos antes da partida fez com que o campo ficasse pesado e dificultou a troca de passes dos jogadores. Mesmo assim, o Vitória se esforçou e partiu para o ataque. Ramon aproveitou a cobrança de uma falta, sua especialidade, e quase empatou o jogo. Andrey fez grande defesa e espalmou para escanteio.

O Vitória dominava a partida, mas sentia falta de um jogador mais veloz no meio campo. Leandro Domingues, que seria essa opção, foi impedido de entrar em campo, pois é atleta do Cruzeiro. A mesma situação de Apodi que nem no banco ficou. Aos 31, Ramon aproveitou um cruzamento pela esquerda e cabeceou. A bola passou raspando a trave do goleiro cruzeirense. Sete minutos depois, o arqueiro celeste fez outra boa defesa. Ele, que teve o dever de substituir Fábio, salvou o time depois de um chute forte de Neto Berola.

O Cruzeiro jogava no contra-ataque e teve tudo para ampliar o marcador. No entanto, o bandeirinha marcou impedimento de Thiago Ribeiro. O jogador saiu de seu próprio campo quando recebeu o lançamento que o deixou em condições de fazer o gol.

Mais uma polêmica aos 40 minutos. Leandro aproveitou um sobra na área e marcou para o Vitória, mas o bandeirinha marcou impedimento. O lateral ficou indignado e foi tirar satisfações com o auxiliar. O técnico Vagner Mancini também não aceitou e os baianos saíram de campo reclamando muito da arbitragem do carioca Marcelo de Lima Henrique.

Muitos gols no segundo tempo

Os times voltaram sem modificações para o segundo tempo. O Vitória continuou melhor e teve a sua primeira oportunidade aos 15 minutos. Depois de um cruzamento pela esquerda, Neto Berola driblou o goleiro, só que ficou desequilibrado na hora de finalizar e acabou desperdiçando uma bela chance.

A torcida que já estava impaciente ficou mais tensa aos 18. Fabrício avançou pelo meio, entrou na área e foi derrubado. Pênalti para o Cruzeiro. Gilberto cobrou com categoria e fez seu segundo gol na partida.

O Vitória precisava diminuir o mais rápido possível para ter chances de conseguir uma virada e conseguiu três minutos depois. Ramon cobrou falta e o artilheiro Roger marcou de cabeça para o delírio dos torcedores. O técnico Vagner Mancini aproveitou para colocar o time mais para frente. Jackson entrou no lugar de Nino.

Aos 31, a Raposa aproveitou mais um contra-ataque e aumentou. Fabrício recebeu passe pela direita e cruzou para Thiago Ribeiro completar para o fundo das redes.

O jogo, que parecia perdido para o Vitória, começou a se modificar aos 40 minutos. Ramon aproveitou passe na área, girou e diminuiu. A torcida levantou e começou a apoiar o time. Aos 43, veio o que todos esperavam. Roger foi lançado pela direita, chutou forte para empatar e fazer os torcedores vibrarem. Mesmo com o empate, o time baiano saiu de campo comemorando a reação nos minutos finais.

Fonte: Globoesporte.com

Botafogo e Cruzeiro tinham, nesta quinta-feira, a chance de subir na tabela disputando um jogo atrasado da 11ª rodada do Campeonato Brasileiro. Mas o empate por 1 a 1 no placar também significou que a situação de ambos os times segue igual, principalmente nos aspectos negativos. O Alvinegro, que saiu na frente com gol de Lucio Flavio, perdeu Fahel, expulso logo no início do segundo tempo, e permitiu que Thiago Ribeiro igualasse o marcador.

Com o resultado, o Botafogo passou a somar 22 pontos e ganhou uma posição na tabela. No entanto, permanece na zona de rebaixamento, já que tem menos vitórias do que o Coritiba, 16º colocado. A equipe chegou à sexta partida seguida sem vencer e acumula o 10º empate no campeonato. O Cruzeiro chegou 28 pontos e permanece no 12º lugar, empatado com o Vitória.

Mesmo com a baixa de Wellington Paulista de última hora, o Cruzeiro tomou a iniciativa de buscar o ataque, se aproveitando de uma desorganização inicial do Botafogo. Mas diante da ineficiência do ataque adversário, o Alvinegro foi, aos poucos, se estabilizando em campo, e, buscando valorizar a posse de bola, passou a dominar a partida.

Em pouco tempo, o Botafogo percebeu que era possível penetrar com facilidade no meio da zaga cruzeirense. Assim, Michael, que foi escalado como meio-campo, usou e abusou dos lançamentos longos, principalmente para André Lima. O atacante ficou duas vezes frente a frente com Fábio, mas desperdiçou as oportunidades. Na primeira acabou cruzando para Lucio Flavio, que não chegou a tempo de concluir. Na segunda, acabou perdendo o ângulo e chutando em cima do goleiro.

Mas foi insistindo nas jogadas em profundidade que o Botafogo abriu o placar, aos 32 minutos, novamente num lançamento de Michael. Desta vez ele tocou rasteiro para Lucio Flavio, que, dentro da área, driblou Fábio e chutou. Marquinhos Paraná, na tentativa de evitar o gol, ainda tocou na bola, mas ela entrou.

O Botafogo ainda tentou manter sua marcação adiantada, tentando complicar a saída de bola do Cruzeiro. O time mineiro, por isso, encontrava dificuldades para chegar ao gol e quase nunca arriscava de fora da área. O Alvinegro, que se destacava pela movimentação e marcação firme ao adversário, foi, aos poucos, afrouxando o cerco, permitindo que o time celeste pressionasse. Por isso, o apito do intervalo significou alívio para a torcida que comparecia ao Engenhão.

Fahel expulso

A tranquilidade que o Botafogo achava que encontraria no segundo tempo virou problema depois que, logo aos quatro minutos, Fahel recebeu o segundo cartão amarelo após falta em Henrique. Com isso, o Cruzeiro passou a atacar mais, enquanto o time da casa recuava e saía apenas nos contra-ataques.

Se com a bola no chão o Cruzeiro mostrava pouca competência, na bola aérea alcançou o empate, aos 21 minutos. Após cobrança de escanteio, Thiago Ribeiro ganhou de Juninho no alto e cabeceou no ângulo esquerdo de Castillo, que apenas olhou a bola entrar. Em seguida, Reinaldo, que tinha o nome gritado pela torcida, substituiu André Lima, que saiu de campo vaiado e mostrando insatisfação.

O gol deu ao Cruzeiro a confiança necessária para adotar uma postura mais ousada. O time mineiro adiantou sua linha de marcação e empurrou o Botafogo em seu campo defensivo. Na arquibancada, a torcida alvinegra mostrava impaciência, trocando os incentivos pelas vaias, principalmente a Victor Simões.

Mas, com o passar dos minutos, o Botafogo foi perdendo a força para reagir, enquanto o Cruzeiro não teve competência para fazer valer a vantagem de ter um jogador a mais.

Fonte: Globoesporte.com

Num jogo com muita marcação e poucos espaços no primeiro tempo e chances desperdiçadas com emoção no segundo, Cruzeiro e Santos não saíram do empate por 0 a 0 neste domingo, no Mineirão. O resultado acabou frustrante para a torcida que foi ao estádio e para as duas equipes, que mantêm suas posições na tabela do Campeonato Brasileiro. Agora com 21 pontos ganhos, a Raposa está em 14º lugar. O Peixe, com 25 pontos, é 12º. Nada animador para quem sonhava em ficar melhor para começar o returno com o objetivo de se aproximar do G-4 do Brasileirão.

Houve também empate no duelo de atacantes. O ‘Gladiador’ Kléber, apagadíssimo na primeira etapa, melhorou na segunda mas apareceu mais nos embates que teve com a zaga santista do que nas boas jogadas que costuma fazer. O ‘Wolverine’ Kléber Pereira foi mais percebido pelo torcedor, mas nas chances que desperdiçou ao longo da partida. Quem brilhou  mais foram os goleiros Fábio, no primeiro tempo, e Felipe, no segundo.

Os dois times mostraram também que precisam melhorar muito se quiserem brigar por algo relevante. Na próxima partida, no início do returno, o Cruzeiro vai ao Maracanã para enfrentar o Flamengo, quinta-feira. Antes, o Santos, na quarta, receberá o Grêmio na Vila Belmiro.

Jogo amarrado

Um jogo estudado, de muita briga no meio-campo, marcação, poucos espaços para criar, passes errados. Assim começou e terminou o primeiro tempo de Cruzeiro x Santos. Com Gilberto de volta ao Mineirão, desta vez vestindo a camisa 10. o time mineiro buscava mais espaços para criar. Na nova função, o jogador aparecia ora pela direita, ora pela esquerda, na tentativa de furar o forte bloqueio defensivo armado pelo técnico Vanderlei Luxemburgo. Numa das jogadas, aos 16 minutos, levantou a torcida ao tentar jogada individual pela esquerda após tabela com Kléber, mas não conseguiu dar continuidade à jogada.

O lance foi um bom resumo da primeira etapa. Tanto Gilberto como a equipe  celeste esbarravam no forte bloqueio santista, que marcava bem Kléber e Wellington Paulista e procurava neutralizar as jogadas aéreas do adversário. Além disso, o meio-campo começava a ganhar o duelo das bolas roubadas.

Rodrigo Mancha, Germano e Rodrigo Souto, que vestia a camisa 150 em homenagem ao número de jogos completados pelo clube, mostravam disposição incomum. E foi num contra-ataque aos 20 minutos que o Santos deu seu primeiro bote. Paulo Henrique centrou pela direita para Kléber Pereira, que de cabeça tentou encobrir Fábio, mas mandou para fora.

Fábio aparece

Mas o sufoco mesmo ocorreu dois minutos depois. Pará fez jogada típica de ponta pela esquerda. Driblou Jonathan com um elástico, foi à linha de fundo e centrou na cabeça de Kléber Pereira. Fábio fez defesa sensacional e espalmou. No rebote, Madson tocou para a chegada do camisa 9 santista, mas o goleiro ainda foi de carrinho tirar a bola dos pés do atacante, que estava pronto para marcar. A bola saiu da defesa, mas voltou no minuto seguinte pelo lado direito. E Madson cruzou para Rodrigo Souto cabecear para fora.

Passado o susto, time do Cruzeiro procurou se acalmar e botar a bola no chão. Mas tinha Marquinhos Paraná pouco inspirado e os laterais bem marcados, o que dificultou e muito a vida de Kléber e Wellington Paulista na frente. Só Gilberto aparecia bem individualmente. Numa das jogadas no fim da primeira etapa, caiu pela esquerda e deu um centro que mais pareceu um chute, obrigando Felipe a fazer a única boa defesa.

– Está muito difícil arrumar espaços, tá tudo muito fechado lá na frente. Mas eu acho que no segundo tempo o Vanderlei vai abrir mais o time dele, aí poderemos criar situações – resumiu bem Kléber, o Gladiador, que pouco apareceu na partida.

Cresce a emoção

Kléber acertou na previsão. O Santos, realmente, saiu mais para o jogo. O meio-campo se adiantou, para ficar mais próximo do ataque. Foi aí que o jogo ficou mais emocionante, com predomínio do Cruzeiro, que logo conseguiu criar a primeira grande jogada. Após bola roubada por Kléber e boa troca de passes, Jonathan, mais aberto pela direita, mandou uma bomba pelo alto que obrigou o goleiro Felipe a espalmar para escanteio.

O Peixe, mais adiantado, marcando a saída de bola do adversário, se aproveitou de uma falha da zaga celeste e quase abriu o placar aos 20. Kléber Pereira fez tabela com Paulo Henrique e bateu na saída de Fábio, que fez mais uma bela defesa. Já com Soares no lugar de Gilberto, que cansou, a Raposa respondeu à altura no minuto seguinte: Rodrigo Mancha rebateu mal uma bola na zaga santista, e ela sobrou limpa para Wellington Paulista, que bateu com violência. Felipe, mais uma vez, fez grande defesa.

Vanderlei Luxemburgo trocou Madson, veloz mas pouco eficiente, por Neymar. O Cruzeiro continuou no ataque. Wellington Paulista desperdiçou outra chance nas mãos de Felipe. Soares perdeu outras duas, aos 30 e 32, a segunda numa cabeçada que passou bem perto do gol.

O treinador santista tentou melhorar o Peixe, com Robson no lugar de Germano e Triguinho no de George Lucas (deslocando Pará para a lateral direita). Adilson Batista já tinha feito algo semelhante antes, ao trocar Jonathan por Gil, deslocando Diego Renan também para a direita. Com Kléber levando pancada de todos os lados e o Cruzeiro desperdiçando mais duas chances, o jogo não saiu do 0 a 0.

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