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Fonte: Site Oficial

Pouco mais de três meses após ser negociado com o Lokomotiv, o meia Wagner voltou à Toca da Raposa II nesta quarta-feira para rever os antigos companheiros na última semana de trabalho do Cruzeiro na temporada. Terminado o Campeonato Russo, o ex-camisa 10 celeste começa as férias feliz pelo que fez em pouco tempo e o que está por vir na Europa.

Wagner chegou a Moscou em meados de agosto, com o Lokomotiv em nono lugar no Campeonato Russo. Disputou oito partidas, marcou quatro gols, deu duas assistências e ajudou o time a alcançar o quarto lugar. A equipe ficou com os mesmos 54 pontos do Zenit, mas perdeu a vaga na fase preliminar na Liga dos Campeões no saldo de gols.

“O clube estava se reestruturando, quando eu cheguei fazia duas semanas que haviam chegado o treinador e o preparador físico. Foi bom que eu já me adaptei, tinha três brasileiros no time, o Charles, o Rhodolfo e o Guilherme. Eles me deram todo o apoio lá no clube para que eu jogasse bem. Isso me ajudou muito dentro e fora do campo lá”, contou.

Os jogadores a que se refere Wagner são os ex-cruzeirense Charles, o ex-zagueiro do Fluminense Rhodolfo e o goleiro Guilherme, que iniciou a carreira no Atlético-PR. Eles foram muito solidários e tiveram participação importante na rápida adaptação dele, da esposa Lia e do filho Yuri, de 11 meses, a Moscou.

“Cheguei novo, com a esposa e a criança que não tem nem um ano. Então eles me ajudaram muito. Qualquer coisa que eu precisava eles me levavam ou me falaram onde que era, até que a gente conseguisse ir sozinho. Isso ajudou muito para que eu pudesse entrar em campo e jogar bem”, comentou.

Mesmo com a pele pálida pela falta de sol na fria Moscou, Wagner não tem do que reclamar. “Lá a gente só joga uma vez na semana, então tem tempo para a família e para trabalhar bem. O frio que tanto se falava eu achei normal, a gente só sente em duas horas mesmo, quando joga e quando treina. No resto dá para ficar tranquilo. Não senti tanta dificuldade como tanta gente falou”, disse.

Wagner não esquece o clube que aprendeu a gostar e que defendeu de 2004 a 2009, com uma breve interrupção no primeiro semestre de 2007, quando defendeu o Al-Ittihad. Ele está na torcida pela conquista da vaga na Copa Santander Libertadores.

“Assinei um canal lá e sempre fico acordado até uma, duas da manhã para ver o Cruzeiro jogar, acompanhando bastante essa reta final, torcendo para que chegue à Libertadores. Eu acho que dá. Se depender da minha torcida pelo Cruzeiro e pelo trabalho que todo mundo vem fazendo, merece”, destacou.

Wagner irá logo na quinta-feira para Morada Nova de Minas, cidade da Região Central de Minas Gerais, praticar a pescaria, hobby preferido, trocado pelo golfe em Moscou. Grato ao Cruzeiro, ele gostaria de ter mais tempo para ficar com os amigos. Ele retornará à Europa no início de janeiro, depois do período em família.

“É gostoso. Pena que é só um dia, queria ficar no mínimo uns três dias para conversar com todo mundo, colocar o papo em dia. Pelo menos uma passada rápida está valendo. Foram quase seis anos aqui, uma vida. Tenho muito que agradecer e fiz muito amigos”, afirmou.

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Fonte: Site Oficial

O meia Wagner embarcou no final da tarde de terça-feira para Moscou, onde será submetido aos exames médicos de admissão no Lokomotiv. Se o jogador for aprovado, o Cruzeiro concluirá a negociação dos direitos econômicos.

Antes de embarcar, o jogador falou com exclusividade à TV Cruzeiro sobre a possibilidade de se transferir para o Lokomotiv. Na Rússia, Wagner reencontrará o volante Charles, com quem jogou no Cruzeiro entre 2007 e 2008. Ele conversou com o amigo por telefone antes de seguir viagem e se sentiu seguro para acertar.

“Ele deu excelentes referências lá sobre mime também sobre o clube, a cidade. Falou que é um clube de tradição, assim como é o Cruzeiro aqui no Brasil, de camisa. Isso deixa a gente feliz. Vou para lá jogar em um grande time, com um amigo que fiz no Cruzeiro”, contou.

Wagner partiu para um país com clima e costumes muito diferentes e está empenhado em se adequar à vida em Moscou e à maneira de jogar do Lokomotiv para almejar conquistas.

“Primeiramente é me adaptar o quanto antes para que eu possa jogar um bom futebol. Este ano o presidente falou que quer ser campeão russo. Está na sétima colocação, já temos que colocar essa meta, a gente vai passo a passo para este ano ainda sermos campeões russos e, no ano que vem, brigar por Champions League e outras coisas”, disse.

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