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Fonte: Globoesporte.com

Numa equipe cheia de bons atacantes como o Cruzeiro e revezamentos constantes entre eles, nada mais natural que uma dupla de frente participar da maioria dos gols celestes no Campeonato Brasileiro. Kléber pode ser a estrela da companhia, mas os números apontam Thiago Ribeiro e Wellington Paulista como o ataque mais eficiente na Toca da Raposa. Juntos, eles participaram de 26 das 41 jogadas decisivas, o que dá um percentual de 63% de efetividade nos tentos cruzeirenses.

– A dupla está funcionando bem, a gente vem conseguindo fazer os gols e ajudar o Cruzeiro a crescer no campeonato. Estou torcendo para que o Wellington se recupere logo para poder retornar ao time – comentou Thiago Ribeiro, ao GLOBOESPORTE.COM, por telefone, lembrando da recente lesão na panturrilha direita do companheiro, que já o deixou fora da última rodada.

Com a expectativa de voltar apenas na próxima quarta-feira, contra o Santo André, Wellington Paulista também não encara o Corinthians, neste domingo. O artilheiro do Cruzeiro na competição, com 11 gols, teve uma participação geral em 37% dos lances que terminaram nas redes adversárias, contando ainda uma assistência. Ele também valorizou a dupla com Thiago, mas sem criar polêmica sobre quem deveria ser titular no ataque.

– Já estamos jogando juntos desde o início do ano. Depois passamos a nos revezar com o Kléber, mas sempre entrando em campo. Conheço bem as características do Thiago e estamos nos completando bem. Temos uma boa média de gols juntos, porém o Cruzeiro não tem uma dupla ideal – afirmou Wellington, também por telefone.

Thiago Ribeiro tem os mesmo 37% de participação com menos gols – seis ao todo – e mais assistências. Foram três passes decisivos, além de seis influências diretas ou indiretas nos gols da Raposa, incluindo um pênalti sofrido na vitória sobre o Internacional, por 3 a 2, no Beira-Rio, que Gilberto converteu para abrir o placar na ocasião.

– Fico feliz por estar podendo ajudar e, quando não for fazendo gols, estou conseguindo ajudar de outras formas dando assistências, iniciando os lances ou sofrendo pênalti – afirmou Thiago.

A opinião do companheiro é compartilhada por Wellington Paulista, que sabe que um atacante precisa estar sempre atento a todos os lances para colaborar com o setor ofensivo, independentemente se ele próprio vai concluir a jogada ou não.

– Mesmo jogando na frente, temos a obrigação de servir os companheiros ou mesmo dar um passe na hora certa para que o lateral fique em condições de cruzar para a área, por exemplo – analisou Wellington.

O gol da vitória por 1 a 0 no clássico mineiro, em que Thiago deu um cruzamento perfeito para o arremate de Wellington Paulista foi lembrado pelo primeiro justamente como um exemplo deste entrosamento entre os dois atletas. Juntos, por sinal, eles estiveram em quatro jogadas, incluindo a da partida diante do Atlético-MG.

– O Wellington é um jogador de referência que favorece o meu estilo de jogo. Eu gosto mais de sair da área, cair pelos lados de campo e ainda tenho a certeza que há sempre um atleta na área para finalizar como aconteceu no clássico contra o Atlético-MG. Ele dá mais liberdade para que eu possa desenvolver o meu futebol – explicou Thiago Ribeiro.

Além dos dois, alguns jogadores ainda se destacam nesta participação nos gols como o volante Fabrício com 27% de efetividade, contando com os seus três tentos. Gilberto, mesmo chegando no meio da competição se fez presente em 24% dos lances, incluindo as cinco vezes em que ele próprio balançou a rede. O lateral Jonathan, por sua vez, colaborou com 22% dos gols celestes.

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