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Fonte: Justicadesportiva.com.br

A queda de braço entre Cruzeiro e Tribunal de Justiça Desportiva de Minas Gerais (TJD/MG) ainda parece longe do fim. Depois do tribunal aumentar a punição do clube – na perda de três para seis pontos pela escalação irregular do atacante Wellington Paulista na primeira partida do Campeonato Mineiro deste ano –, o departamento jurídico da Raposa entrará com o recurso nesta quinta-feira, dia 25 de fevereiro, para levar o caso ao Pleno do TJD/MG.

O Cruzeiro teme pela continuidade do Campeonato Mineiro e espera que a situação seja resolvida o quanto antes. O diretor jurídico do clube, Gilvan Tavares, acredita que o caso possa chegar até mesmo ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) e assim atrapalhar a fase final da competição.

“Queremos abreviar este caso para evitar até mesmo para não paralisar o campeonato. Mas, fatalmente, isto deve chegar ao STJD para ter uma decisão final, e não é isso que queremos”, declarou o dirigente ao site Justicadesportiva.com.br.

Acontece que o caso tornou-se ainda mais complexo após a Primeira Comissão Disciplinar do TJD/MG acolher o embargo da Procuradoria, aumentando a punição de três para seis pontos. O advogado cruzeirense espera que o processo não seja dividido e julgado o mais rápido possível.

“Será melhor se o embargo não correr separado do processo principal. Vamos entrar com o recurso e solicitar que o embargo seja julgado como preliminar”, comentou.

Apesar da preocupação com a continuidade da competição, o Cruzeiro defende os seus direitos e aponta incoerência por parte da Procuradoria e dos auditores da Primeira Comissão. Gilvan explica a decisão em punir o clube em seis pontos.

“Além dos três pontos conquistados com a vitória, eles entenderam que o Cruzeiro deveria perder os três pontos do jogo. Se perdêssemos a partida, só seríamos punidos com a perda de três pontos. Como pode isso?” questiona, antes de prosseguir: “Eles deram uma interpretação diferente ao artigo 214 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD). O código passou por reforma para favorecer os clubes, e eles querem prejudicar ainda mais o Cruzeiro”.

Entenda o caso:

O atacante Wellington Paulista foi expulso na última partida do time na edição passada do Mineiro, no empate por 1 a 1 com o rival Atlético/MG, na final da competição, e deveria cumprir a automática na primeira partida de 2010. Porém, o atacante entrou no decorrer do segundo tempo da goleada por 6 a 0 sobre o Uberlândia.

O Cruzeiro foi punido pela Primeira Comissão Disciplinar do TJD/MG da denúncia por escalar o jogador de forma irregular – artigo 214 do CBJD – com a perda de três pontos. O Cruzeiro afirma que a pena do jogador foi convertida em ação social pelo próprio TJD/MG e por isso ele não teria mais nenhuma punição a ser cumprida. A Procuradoria do TJD/MG, não satisfeita com a punição, entrou com um embargo de declaração e a punição ao clube aumentou de três para seis pontos.

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Fonte: Lance!Net

Por quatro votos contra um, o Cruzeiro foi punido com a perda de três referentes ao jogo contra o Uberlândia.A Procuradoria do Tribunal de Justiça Desportiva de Minas Gerais (TJD/MG) entendeu que o atacante Wellington Paulista atuou de maneira irregular na estreia da Raposa no Estadual por ter sido expulso no último jogo da competição de 2009.

O clube tem até três dias para recorrer e, segundo o advogado do clube, Gilvan de Pinho Tavares, o recurso será entregue até sexta-feira. Por ora, o clube permanece com os pontos até haver um novo julgamente no Tribunal Pleno do TJD de Minas Gerais.

A defesa cruzeirense alega que existem dois critérios distintos no regulamento da competição para cartões amarelos e vermelhos.

– O jogador expulso, segundo o artigo 54, terá de cumprir a suspensão na partida do jogo seguinte. Quando fala em cartão amarelo já diz na competição subsequente. Como, no caso do vermelho, não há uma outra partida o atleta pode requerer transformar a pena em cesta básica – explicou ao LANCENET! o advogado do Cruzeiro.

Os cruzeirenses ainda se defendem, utilizando como exemplo um caso parecido que aconteceu no Mineiro de 2009. O zagueiro Thiago Heleo recebeu o terceiro cartão amarelo no último jogo do Estadual de 2008 e, após consulta ao Tribunal, o jogador foi autorizado a transformar a suspensão em medida social, doando cinco cestas básicas.

– Isso aconteceu no Sul com o jogador do Grêmio Rafael Marques no ano passado também – lembrou Gilvan de Pinho Tavares.

Fonte: Globoesporte.com

Com a confirmação do doping de Jobson pela contraprova, nesta quarta-feira, o Cruzeiro oficializou que desistiu da contratação do atacante. O presidente do clube mineiro, Zezé Perrella, explicou, por intermédio da assessoria de imprensa, que o jogador tinha assinado um pré-contrato, no qual concordava com a proposta da Raposa, mas não passou disso.

– Esse documento foi assinado só pelo Jobson, não tem a assinatura do Cruzeiro. O clube só assina depois que o jogador vem a Belo Horizonte, faz os exames médicos e é aprovado. Agora, diante da contraprova, estamos desistindo do negócio. Assunto encerrado. O presidente não vai dar nenhuma declaração – afirmou o diretor de comunicação do clube, Guilherme Mendes.

Segundo Mendes, o Cruzeiro vai estudar outros nomes para o lugar de Jobson. O clube, no entanto, não divulga quais seriam as opções.

Fonte: UOL Esporte

O técnico Adilson Batista adotou cautela ao comentar o caso de doping do atacante Jóbson, que chegou a ser anunciado como reforço do Cruzeiro para a temporada de 2010. O treinador cruzeirense deixou a cargo da diretoria do clube mineiro a decisão sobre a confirmação da contratação do jogador, que defendeu o Botafogo no Brasileirão 2009.

“Tem que aguardar a contraprova. Isso é com o Cruzeiro. É como eu sempre digo: vamos aguardar. A gente precisa esperar o jogador ser examinado, ver se está em reais condições e assinar. Não adianta eu comentar de um jogador que ainda nem chegou”, afirmou Adilson Batista, em entrevista à Rádio Itatiaia.

Jóbson tem contrato com o Botafogo até 31 de dezembro. O Cruzeiro ainda não pagou nenhuma parcela do valor oferecido ao Brasiliense, detentor dos direitos do atacante. Assim, o jogador só poderia ser oficialmente do clube mineiro a partir de 1º de janeiro.

Adilson Batista preferiu não criar expectativa em cima de Jóbson. “Acontecem um monte de situações que a gente tem que aguardar mesmo o tempo da apresentação para depois falar do atleta. Isso está na mão da direção, se vem ou não, se vai fazer outro exame. Eu tenho outras preocupações no momento”, disse.

Jóbson foi pego em exame antidoping na partida em que o Botafogo derrotou o Coritiba por 2 a 0, em 8 de novembro, pela 24ª rodada do Campeonato Brasileiro. A diretoria do Cruzeiro aguarda o resultado da contraprova nesta quarta-feira 16 para se manifestar se manterá a contratação do atacante.

O clube investiria R$ 900 mil para pagar por 20% dos direitos do jogador. Um investidor seria o responsável pelo restante do pagamento da aquisição de 80% dos direitos, num total de R$ 4,5 milhões.

Fonte: Globoesporte.com

Jobson pode não mais se transferir para o Cruzeiro na temporada 2010. O atacante foi pego no exame antidoping no jogo Botafogo x Coritiba, por uso de substância proibida, e pode ficar suspenso por até dois anos. O que deixou o presidente da Raposa preocupado. Em nota oficial publicada no site do clube mineiro, Zezé Perrella diz que o negócio só será fechado depois da divulgação da contraprova.

Além disso, o dirigente garantiu que o acordo com Jobson foi apenas verbal e que o Cruzeiro não pagou nada pelo atacante que pertence ao Brasiliense e defendeu o Botafogo no último Campeonato Brasileiro.

“O Cruzeiro Esporte Clube vem a público esclarecer a situação do atacante Jobson. Nas últimas semanas, um grupo de investidor e o clube chegaram a um acordo verbal para a compra de 80% dos direitos econômicos do jogador junto ao Brasiliense. A transação seria oficializada em janeiro, apenas depois que o atleta encerrasse o seu vínculo de empréstimo com o Botafogo e fosse aprovado nos exames médicos em Belo Horizonte. Nenhuma parcela dos valores estipulados foi paga ao Brasiliense, já que o jogador ainda tem compromisso com o clube carioca até o dia 31 de dezembro. Diante do fato divulgado envolvendo o atleta – acusação de doping -, a diretoria do Cruzeiro Esporte Clube vai aguardar a divulgação da contraprova e a defesa do jogador para que possa se manifestar”.

Zezé Perrella
Presidente do Cruzeiro Esporte Clube

Fonte: Site Oficial

O presidente do Cruzeiro, Zezé Perrella, falou à TV Cruzeiro sobre a audiência de quarta-feira no Tribunal de Justiça Desportiva de Minas Gerais (TJD-MG) sobre suposta “mala branca” para jogadores do Barueri. O dirigente foi convocado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) e ressaltou que não sabe de onde surgiu esse boato.

Após a vitória por 2 x 0 sobre sobre o Flamengo, na 32ª rodada do Campeonato Brasileiro, goleiro Renê e o atacante Val Baiano, do Barueri, disseram que receberam compensação do bicampeão Mineiro para conquistar o triunfo.

“Eu gostaria de saber se alguém do Barueri conversou com a diretoria do Cruzeiro. Não sei de onde surgiu esse assunto. Estou muito preocupado com o desdobramento disso, já que eles tiraram os dois jogadores para o jogo contra o São Paulo. O pessoal tem que investigar sobre isso, que para mim é antiético”, observou o dirigente.

Zezé Perrella quer uma investigação sobre o caso e achou estranho que os dois jogadores só foram afastados para o jogo contra o São Paulo. Renê e Val Baiano seriam reintegrados para a partida do Barueri contra o Internacional, na rodada seguinte, mas não jogaram devido a forte pressão da imprensa.

“O Cruzeiro não tem conhecimento desse assunto. Fiquei surpreso quando ouvi. Isso deveria ser mais bem investigado, porque para mim ficou uma coisa muito estranha. O Barueri afastou dois jogadores contra o São Paulo e só contra o São Paulo. Não estou acusando de nada. Mas imoral é isso”, destacou.

Questionado sobre a permanência do técnico Adilson Batista, que só falará sobre futuro em dezembro, Zezé Perrella se mostrou confiante na renovação com o atual comandante.

“O Adilson (Batista) vai dar a resposta para a gente no final do ano. Tenho certeza de que, se o Adilson estiver confortável aqui, ele vai dar preferência para o Cruzeiro. Eu não acredito que ele saia do Cruzeiro para nenhum time do Brasil”, disse.

Fonte: UOL Esporte

Cruzeiro e Grêmio disputam neste sábado, às 19h30 (horário de Brasília), no Mineirão, o quarto confronto nesta temporada. Nas partidas anteriores, houve disputa por vaga na final da Copa Libertadores, polêmica envolvendo acusação de racismo e expulsões. Entretanto, jogadores cruzeirenses negam que haja clima de rivalidade para o próximo encontro.

“Não tem nenhum clima de rivalidade ou revanche. Acho que o mais importante é a gente entrar focado, vencer o jogo. Vai ser um jogo difícil, em que a equipe do Grêmio vai dificultar bastante, mas a gente vai procurar fazer o melhor, respeitando o Grêmio”, afirmou o capitão cruzeirense Leonardo Silva.

Pelo Brasileirão, as equipes se enfrentaram pela 16ª rodada no estádio Olímpico. O lateral-direito Jonathan e o atacante Thiago Ribeiro foram expulsos ainda no primeiro tempo, deixando o Cruzeiro com nove jogadores em campo. Apesar de ter saído em vantagem, a equipe celeste não conseguiu sustentar a pressão e foi derrotada por 4 a 1.

As duas equipes se enfrentaram ainda pela semifinal da Copa Libertadores. Na primeira partida, disputada no Mineirão, a equipe mineira venceu por 3 a 1. O confronto ficou marcado pela acusação do volante cruzeirense Elicarlos de que o atacante gremista Maxi López o teria chamado de “macaco”.

No jogo de volta, no Olímpico, o time mineiro abriu 2 a 0. O tricolor gaúcho empatou a partida, mas a equipe mineira garantiu vaga à final da competição para enfrentar o Estudiantes.

O lateral-direito Jonathan pede que o episódio entre Elicarlos e argentino Maxi López seja esquecido, e acredita que a partida pelo Brasileirão terá um panorama totalmente diferente dos confrontos pela Libertadores.

“Acho que não (há clima de rivalidade), tanto que fomos para lá e não teve confusão nenhuma. Acabou o jogo e os jogadores do Grêmio nos cumprimentaram. Acho que é um fato que temos que esquecer. A Libertadores é uma motivação diferente do Campeonato Brasileiro, e vai ser um jogo completamente diferente do que foi a Libertadores”, ressaltou Jonathan.

Fonte: UOL Esporte

O atacante Kléber, que cogita a possibilidade de não continuar no Cruzeiro, por causa da perseguição por parte da torcida do clube, revelou que havia alertado os torcedores, que o procuraram para conversar na véspera do jogo com o Palmeiras, que se fosse vaiado, teria vontade de deixar o clube.

“Deixei muito claro na conversa que tive com os torcedores que se me vaiassem a minha vontade era de não permanecer no Cruzeiro e eu sou homem de palavra”, afirmou o Gladiador, em entrevista veiculada pela TV Alterosa. Essa conversa entre Kléber e integrantes da Máfia Azul, aconteceu na Toca da Raposa II, na última terça-feira.

“Hoje já não tenho mais vontade de permanecer no Cruzeiro, hoje jã não tenho a vontade que eu tinha antes”, salientou Kléber, que, no entanto, assegurou que não fará corpo mole e que continuará se empenhando nos jogos, embora sem fazer sacrifícios, pelo Cruzeiro, como jogar com dor.

“Vou entrar em campo e vou me dedicar ao máximo. Vou tentar vencer o jogo porque sou um cara profissional, sou pago pelo Cruzeiro, vou tentar me dedicar ao máximo. Acho que o Cruzeiro tem de entender, o Zezé (presidente do clube, Zezé Perrella) quer de mim isso, que eu entre em campo, jogue e faça o melhor pelo Cruzeiro”, ressaltou.

Kléber admitiu que não esperava ser vaiado, apesar do episódio de sua participação em festa da Mancha Verde, sábado passado, quando chegou a “brincar” de bola na quadra da maior torcida organizada do Palmeiras. Por isso, ele foi formalmente advertido pela diretoria do Cruzeiro.

“Eu fiquei tão surpreso como vocês (jornalistas), até porque a conversa que tive com os torcedores é que não teria vaias. Infelizmente, tiveram vaias. Não esperava acontecer o que aconteceu. Agora é pensar na minha vida, no futuro, em mim, deixar algumas coisas de lado”, observou.

Kléber admite que foi um pouco ingênuo nesse episódio da festa da Mancha Verde e afirma que desconhecia a inimizade entre a torcida palmeirense e a Máfia Azul. “Rivalidade para mim é Corinthians e Palmeiras, Atlético e Cruzeiro. Não tinha noção da rivalidade entre Mancha e Máfia”, disse.

“No dia em que conversei com o pessoal da torcida (Máfia Azul), eles me disseram que se eu tivesse ido à quadra da torcida do São Paulo não teria problema. Dá para entender então que os caras não estão preocupados com o Cruzeiro, é guerra de torcida”, frisou.

Kléber considera essa situação um problema para ele e para sua família, especialmente pelo fato de morar em Belo Horizonte. “Não tenho medo nenhum, mas não quero sair à rua e ser hostilizado, ser xingado, não só eu, mas meus pais quando vêm para cá”, refletiu o jogador.

Ele comenta que a situação poderia ser diferente se fosse mais “hipócrita e falso”. “Talvez não estivesse pagando por isso, a gente paga o preço por ser autêntico, de personalidade, que fala o que pensa e o que sente, então, a gente tem que pagar o preço”, observou.

Fonte: Lancepress

O relacionamento entre a torcida do Cruzeiro e o atacante Kléber pode estar perto do fim. O jogador não ficou satisfeito com as vaias recebidas após ser substituído no jogo diante do Palmeiras, nesta quarta-feira, e teria pedido para não jogar mais pelo clube mineiro. Alguns torcedores teriam ameaçado o atacante na saída do estádio.

O empresário de Kléber, Giuseppe Dioguardi, não confirma a informação, mas deixa no ar a possibilidade de saída do atacante. “Eu ainda não falei com ele, não teve ameaça. Mas se chegou a esse nível ele vai querer ir embora”, disse Giuseppe.

Kléber foi relacionado pelo técnico Adilson Batista para a partida deste sábado entre Cruzeiro e Barueri, às 18h30, na Arena Barueri. A delegação embarcará nesta quinta-feira para São Paulo.

Fonte: UOL Esporte

Insatisfeito com a atuação da arbitragem na derrota do Cruzeiro por 2 a 1 para o Palmeiras, nesta quarta-feira, no Mineirão, o diretor de futebol do clube mineiro, Eduardo Maluf, disse que a diretoria celeste tentará junto à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) vetar o árbitro paranaense Evandro Rogério Roman para o restante do Campeonato Brasileiro.

“Eu estou falando com o Zezé (o presidente Zezé Perrella) para que a gente vá oficialmente à CBF para tomar uma posição firme, mas ele não vai apitar mais jogos do Cruzeiro”, afirmou Maluf. “O Sérgio Corrêa ( presidente da Comissão de Arbitragem da CBF ) está magoado com o Cruzeiro fazer esses pronunciamentos publicamente. Então vamos fazer oficialmente, nós não aceitamos mais arbitragem do Evandro Roman em jogos do Cruzeiro”, ratificou.

Maluf não quis apontar os erros de Roman na partida desta quarta-feira, mas viu o Cruzeiro prejudicado em momentos importantes. “Eu não vou falar dos lances polêmicos, todos viram. Ele errou em lances capitais, nas horas importantes do jogo e prejudicou claramente o Cruzeiro. O Cruzeiro vai vetá-lo publicamente. O Sergio Corrêa pode não aceitar, mas o Cruzeiro não aceita mais as arbitragens do Roman em seus jogos no Campeonato Brasileiro”, ressaltou.

Segundo o diretor de futebol do Cruzeiro, Sérgio Corrêa tem sido infeliz nos sorteios para escolha de arbitragens no Brasileirão. “Vamos fazer uma campanha contra esse tipo de posição que ele tem na escolha dos juízes para os bons jogos. Se ele tem dez juízes Fifa, ele tem de ter competência para colocar esses juízes nos bons jogos. Os juízes que não têm condições para bons jogos, não pode arriscar para ver. Ele está arriscando nos jogos do Cruzeiro e o não vamos aceitar mais isso”, observou.

Essa não é a primeira vez que o Cruzeiro reclama das arbitragens de Evandro Rogério Roman. No primeiro turno, a diretoria cruzeirense protestou contra uma sequência de faltas sobre o atacante Kléber na derrota por 3 a 0 para o São Paulo, no Morumbi.

Após esse jogo, Roman foi suspenso e voltou em partida do Cruzeiro contra o Grêmio, em Porto Alegre. Na derrota cruzeirense por 4 a 1, o árbitro paranaense expulsou ainda na primeira etapa o atacante cruzeirense Thiago Ribeiro e o lateral-direito Jonathan, que foram punidos pela diretoria do Cruzeiro.

“O Evandro Roman foi muito mal na arbitragem contra o São Paulo. Ele (Sérgio Corrêa) suspendeu o árbitro por 30 dias, logo depois ele foi muito mal na arbitragem contra o Grêmio e hoje ele se mostrou um juiz de terceira categoria, sem nenhum preparo para apitar o jogo, como nós colocamos da vez passada, no jogo contra o São Paulo”, relembrou o diretor de futebol do Cruzeiro.

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