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Fonte: Site Oficial

Líder do Campeonato Mineiro com 18 pontos, o Cruzeiro encara o Tupi, neste domingo, às 17h, o Tupi, no estádio Mário Helênio, defendendo uma escrita de quase 23 sem derrotas para o time da Zona da Mata.

O último revés para o adversário aconteceu em 12 de julho de 1987, por 2 x 1, em Juiz de Fora, pelo Campeonato Mineiro. De lá para cá, as equipes se enfrentaram 16 vezes, com 12 vitórias celestes e quatro empates.

No histórico geral, a vantagem é da Raposa nos quase 82 anos de confronto. Ao todo, foram disputados 56 jogos, com 36 vitórias celestes, 15 empates e apenas cinco vitórias do Tupi. O Cruzeiro marcou 132 vezes e sofreu apenas 45.

Em Juiz de Fora, a Raposa também possui vantagem. Em 28 jogos, foram 15 vitórias, nove empates e quatro derrotas. O time azul e branco fez 45 gols e sofreu 26.

O primeiro confronto entre as equipes aconteceu em 20 de maio de 1928, empate por 1 x 1, no estádio Procópio Teixeira, em Juiz de Fora, pela Taça Olinda de Andrade. O gol do time estrelado foi marcado pelo atacante Ninão. 

No ano passado, as duas equipes se enfrentaram por três oportunidades no Campeonato Mineiro. Na primeira fase, empate por 0 x 0, no Mineirão.

Já nas quartas-de-final  do Estadual, o Cruzeiro conseguiu duas vitórias. No jogo de ida, triunfo por 1 x 0, no Mineirão. Já no jogo de volta, em Juiz de Fora, goleada celeste por 7 x 2, com show do atacante Kleber, que marcou três gols. Os volantes Ramires (2), Fabrício e Marquinhos Paraná completaram o placar.

Fonte: Globoesporte.com

O Cruzeiro tem possibilidades de chegar à liderança do Campeonato Mineiro nesta quarta-feira. O time celeste enfrenta o Uberaba no Mineirão, às 21h50m (de Brasília), em jogo adiado da 5ª rodada da competição. Uma vitória faz a equipe de Belo Horizonte chegar aos 18 pontos, ultrapassando Ipatinga e Democrata de Governador Valadares, que têm  16. Até um empate coloca o time na ponta, pelo saldo de gols. E se depender do retrospecto, a chance de vitória cruzeirense é grande. Há 20 anos, a Raposa não perde para o time do Triângulo Mineiro.

A última derrota ocorreu em 11 de fevereiro de 1990, quando o Uberaba fez 2 a 0 em casa, pelo turno do Mineiro. Desde então, os clubes se enfrentaram dez vezes, com oito triunfos do Cruzeiro e dois empates.

O primeiro confronto entre os dois times ocorreu em 26 de maio de 1945: vitória cruzeirense por 4 a 1 no estádio da Alameda, na capital mineira.

No total, foram realizados 111 duelos, com ampla vantagem para o clube de Belo Horizonte, que venceu 70 partidas e perdeu apenas dez. Ocorreram ainda 31 empates. Os celestes marcaram 230 gols e sofreram 87.

Fonte: UOL Esporte

Na comissão técnica celeste estão dois dos responsáveis por construir o bom retrospecto do Cruzeiro diante do Colo-Colo. O técnico Adilson Batista e o observador técnico Paulão formaram a zaga da equipe mineira contra os chilenos nas oitavas-de-final da Supercopa, em 1991, nos primeiros dois jogos entre as equipes.

Tanto o jogo no Mineirão quanto a partida de volta no Chile terminaram empatadas sem gols. Na decisão por pênaltis, o Cruzeiro venceu por 4 a 3 e avançou às quartas-de-final. Na sequência, o time mineiro conquistou o título da Supercopa pela primeira vez.

O ex-zagueiro Paulão procurou informar o atual elenco sobre as dificuldades de enfrentar o Colo-Colo, adversário desta quarta-feira, às 19h50 (horário de Brasília), no Mineirão, pela segunda rodada do grupo 7 da Libertadores.

“Antes do jogo contra o Atlético, eu estava conversando com o Paulão e ele falou que sempre foram jogos difíceis com o Colo-Colo. Ele já jogou contra o Colo-Colo e sempre teve dificuldade. A gente vai encontrar dificuldade também, a gente sabe disso, e eles vão passar um pouco da experiência que eles viveram em relação a esse jogo entre as duas equipes”, disse o atacante Kléber.

Embora o retrospecto diante do time chileno seja positivo, o lateral-direito Jonathan quer agora fazer sua parte e esquecer os resultados do passado. “Esperamos que o que aconteceu no passado fique no passado mesmo. É um novo ano. O futebol é jogado de uma outra maneira”, observou.

No retrospecto geral, as duas equipes já se enfrentaram 17 vezes e o domínio do Cruzeiro persiste. O time celeste contabiliza sete vitórias, sete empates e três derrotas. O ataque cruzeirense balançou as redes em 31 oportunidades, enquanto a defesa foi vazada 16 vezes.

Em oito partidas contra o time chileno na capital mineira, a equipe celeste jamais foi derrotada. Foram seis vitórias do Cruzeiro e dois empates. O time mineiro marcou 19 gols e sofreu apenas quatro.

Fonte: Site Oficial

A Raposa entra em campo neste sábado para enfrentar o Villa Nova, no Mineirão, em busca de manter uma escrita de 11 anos sem perder para o adversário. A última derrota foi em 28 de fevereiro de 1999, por 2 x 0, pela Copa dos Campeões Mineiros. De lá para cá foram 14 jogos, com sete vitórias celestes e sete empates.

O primeiro confronto entre as equipes aconteceu em 18 de setembro de 1921, empate por 1 x 1 válido pela Taça de Nova Lima. Nani marcou para o Cruzeiro e Nem para o Villa Nova.

Na longa história do confronto, foram disputadas 228 partidas. O Cruzeiro venceu 112 vezes, empatou 71 e perdeu 45. O time estrelado marcou 429 gols e sofreu 282.

Em partidas válidas pelo Campeonato Mineiro, a supremacia do Cruzeiro é grande. Em 161 encontros entre os times, são 86 vitórias estreladas, 50 empates e 24 triunfos da equipe de Nova Lima. O ataque cruzeirense marcou 302 gols e a defesa sofreu 170.

O confronto entre Cruzeiro e Villa Nova detém o recorde de público na história do futebol mineiro. A segunda partida da final do Estadual de 1997, levou 132.834 torcedores ao Mineirão, sendo que 74.857 pagaram ingressos e 52.950 mulheres e crianças tiveram acesso gratuito ao Gigante da Pampulha.

A partida terminou com vitória do Cruzeiro por 1 x 0, gol de Marcelo Ramos, e o título de campeão para o time estrelado.

Fonte: Globoesporte.com

Na próxima quarta-feira, às 21h50m, Cruzeiro e Real Potosí começam a decidir, na Bolívia, qual equipe disputará a segunda fase da Taça Libertadores. Para eliminar o adversário e prosseguir na competição mais importante do continente, a Raposa se espelha no retrospecto contra os bolivianos.

Segundo informações do site oficial do clube, em toda a sua história o Cruzeiro enfrentou equipes bolivianas em sete oportunidades, e teve cinco vitórias, um empate e uma derrota. Foram 13 gols a favor e nove contra.

O desempenho do Cruzeiro é amplamente favorável em solo boliviano. O bicampeão da Libertadores disputou cinco partidas, com três vitórias, um empate e uma derrota.

A história do confronto entre Cruzeiro e Real Potosí é recente. As duas equipes se enfrentaram apenas duas vezes, durante a segunda fase da Libertadores 2008. Em Belo Horizonte, houve triunfo do Cruzeiro por 3 x 0. Em Potosí, o Real venceu por 5 x 1, mas enquanto o time brasileiro avançou à fase final, a equipe boliviana foi eliminada.

Fonte: Site Oficial

A partir das 17h de domingo, a Vila Belmiro será palco de um dos clássicos mais tradicionais do País. Em jogo válido pela última rodada do Campeonato Brasileiro, Cruzeiro e Santos protagonizarão o 57° capítulo de uma história marcada pelo equilíbrio, recheada de partidas inesquecíveis e muitos gols marcados.

O retrospecto geral aponta equilíbrio no confronto. Foram 20 vitórias do Cruzeiro, 16 empates e 21 triunfos do Santos. A Raposa balançou as redes 91 vezes e sofreu 99 gols. A média do confronto é de nada menos de 3,33 tentos por partida.

O primeiro encontro entre os dois times aconteceu no dia 31 de março de 1929 e terminou com o triunfo de 7 x 3 dos paulistas, em amistoso realizado em Belo Horizonte, o maior placar aplicado pelo Santos sobre o Cruzeiro.

Já a maior goleada da equipe celeste em cima do oponente se deu em uma conquista histórica. No dia 30 de novembro de 1966, no Mineirão, os dois clubes fizeram a primeira partida da decisão da Taça Brasil daquele ano.

De um lado, a Raposa desfilava em campo craques como Tostão, Piazza, Dirceu Lopes, Raul, Evaldo e tantos outros. Do outro, um esquadrão formado por Gilmar, Carlos Alberto Torres, Pelé e Pepe.

Um público 77.325 pessoas viu de perto o show do Cruzeiro que goleou o Santos por 6 x 2 com gols de Dirceu Lopes (3), Tostão, Natal e Zé Carlos (contra). Toninho, duas vezes, descontou para o time paulista.

Tostão aos 18 minutos, Dirceu Lopes aos 28 minutos, e Natal aos 44 minutos da segunda etapa, garantiram o primeiro título nacional da Raposa. Comandado pelo treinador Aírton Moreira, o Cruzeiro levou a melhor com Raul; Pedro Paulo, William, Procópio e Neco; Piazza, Dirceu Lopes e Tostão; Natal, Evaldo e Hilton Oliveira.

Em jogos pela maior competição nacional, o equilíbrio também se faz presente. Cruzeiro e Santos já se enfrentaram em 37 ocasiões pelo Brasileiro, com 13 vitórias celestes, 12 empates e 14 derrotas. O ataque azul e branco anotou 54 gols, contra 60 do adversário.

Na campanha vitoriosa da Tríplice Coroa, em 2003, Cruzeiro e Santos disputaram o título desde as primeiras rodadas. E nos confrontos diretos o time celeste saiu vencedor.

As duas equipes se enfrentaram na oitava rodada do Campeonato Brasileiro, na Vila Belmiro, e o Cruzeiro venceu por 2 x 0. Os gols foram marcados pelo colombiano Aristizábal.

Na 31ª rodada, Cruzeiro e Santos se enfrentaram no Mineirão. Com um novo show de Aristizábal, que marcou duas vezes, o Cruzeiro venceu por 3 x 0. O placar foi complementado por Felipe Melo, que hoje atua na Juventus-ITA.

Na Vila Belmiro, o duelo é equilibrado e o Santos leva uma pequena vantagem. Em 17 partidas, foram cinco vitórias celestes, quatro empates e sete triunfos santistas. O Cruzeiro marcou 27 gols e sofreu 38.

Fonte: Site Oficial

O Cruzeiro conta com um bom retrospecto frente ao Atlético-PR em um confronto de mais de quatro décadas de história. O time celeste encara os paranaenses no próximo sábado, às 19h30, na Kyocera Arena, em Curitiba, em busca de vaga no G-4, com autoridade de quem possui a melhor campanha como visitante do Campeonato Brasileiro.

Os dois times se enfrentaram pela primeira vez em 17 de outubro de 1968, no Mineirão, pela Taça de Prata, e o jogo foi vencido pelo Cruzeiro, por 4 x 1. Ao todo, foram disputados até aqui 40 jogos, com 16 triunfos celestes, 13 empates e 11 derrotas. A Raposa marcou 67 gols e sofreu 54.

Pelo Brasileirão, o duelo está equilibrado. São 28 jogos desde 1971, com nove vitórias estreladas, dez empates e nove derrotas. O ataque azul marcou 47 gols e a defesa sofreu 39.

Na Kyocera Arena, as duas equipes costumam realizar bons confrontos. Em dez partidas, foram três vitórias celestes, três empates e quatro vitórias paranaenses. O ataque cinco estrelas marcou 18 gols e a defesa sofreu 19.

Fonte: Site Oficial

O atacante Wellington Paulista guarda boas recordações dos duelos que o Cruzeiro travou em 2009 com o Grêmio, adversário deste sábado, às 19h 30, no Mineirão, pelo Campeonato Brasileiro. Ele marcou quatro gols em três partidas neste ano contra os gaúchos pela Copa Santander Libertadores e no turno da competição nacional.

O atacante foi fundamental no duelo pela semifinal da Copa Santander Libertadores deste ano contra o Grêmio. Abriu o placar no triunfo por 3 x 1, no Mineirão, e marcou os gols celestes  no empate por 2 x 2, no Olímpico, resultados que levaram o Cruzeiro à final.

Já no turno do Brasileiro, Wellington fez 1 x 0, de pênalti, mas o Cruzeiro teve dois atletas expulsos e acabou derrotado por 4 x 1, em Porto Alegre. O camisa 9 quer voltar a marcar contra os gaúchos, já que passou em branco na última rodada ante o Sport.

“Espero que continue assim, eu volte a marcar gols. Já estou a um jogo sem marcar e com saudade. Quero ajudar o Cruzeiro a sair com a vitória, que vai ser muito importante. Tenho certeza que, se a gente vencer esse jogo, vai dar um pulo para o G-4”, afirmou.

O Grêmio é o único time que ainda não perdeu dentro de casa no Brasileiro, porém apresenta o segundo pior desempenho como visitante, com uma vitória, quatro empates e 12 derrotas. Apesar disso, Wellington sabe dos riscos que o Cruzeiro enfrentará no sábado.

“O Grêmio é perigoso. A gente sabe da história deles, conhece a qualidade dos jogadores que estão lá hoje. Temos que tomar cuidado. Não é porque eles não ganharam muitos jogos fora de casa é que vão perder para a gente aqui. O Fluminense estava muito mal na tabela, chegou aqui e virou um jogo de 2 x 0, praticamente ganho pela gente”, observou.

O bicampeão Mineiro possui o melhor ataque do returno, com 31 gols em 15 jogos, média de mais de dois gols por partida. O goleador da Raposa na temporada, com 24 tentos, ressalta o bom momento do ataque azul na segunda metade da competição.

“Fico feliz, porque quando eu cheguei ao Cruzeiro todo mundo me pedia gols e hoje sou o artilheiro da equipe. O Thiago (Ribeiro) tem feito muitos gols, assim como o Gilberto e o Guerrón. E isso é bom, porque muitos jogadores ajudam o Cruzeiro a definir lá na frente e não fica na dependência de alguém”, disse.

Fonte: Site Oficial

O Cruzeiro encara o Grêmio neste sábado, às 18h 30, no Mineirão, buscando entrar na zona de classificação para a Copa Santander Libertadores. Para conseguir mais três pontos e chegar ao G-4, o bicampeão Mineiro conta com um bom retrospecto frente aos gaúchos  no histórico de um confronto já quase cinquentenário.

Os dois times se enfrentaram pela primeira vez em 26 de maio de 1960, em amistoso vencido pelo Cruzeiro por 2 x 1, no estádio Independência, em Belo Horizonte. A partir de então, foram disputados 52 jogos, com 25 vitórias celestes, 14 empates e 13 derrotas. O Cruzeiro marcou 71 gols e sofreu 48.

No Campeonato Brasileiro, mais uma hegemonia estrelada. Cruzeiro e Grêmio se enfrentaram 30 vezes, com 15 vitórias celestes, oito empates e sete vitórias do time gaúcho. Desde 2003, quando a competição passou a ser por pontos corridos,  foram cinco confrontos em Belo Horizonte e cinco triunfos estrelados.

No primeiro turno, o Cruzeiro perdeu por 4 x 1 para o Grêmio, no Olímpico, em Porto Alegre. Em um jogo polêmico, o time celeste acabou o jogo com dois jogadores a menos e houve muita reclamação sobre a atuação do árbitro paranaense Evandro Rogério Roman, que excluiu o lateral-direito Jonathan e o atacante Thiago Ribeiro da partida.

Além do bom histórico, o Cruzeiro superou o time gaúcho em todas as ocasiões em que se enfrentaram em mata-mata.

Os dois times duelaram em quatro fases finais de competições. A primeira, nas quartas-de-final da Taça Brasil de 1966, vencida pela Raposa. No estádio Olímpico, empate por 0 x 0. Já no Mineirão, vitória do Cruzeiro por 2 x 1.

As duas equipes decidiram a Copa do Brasil de 1993. Após empate por 0 x 0 em Porto Alegre, o Cruzeiro superou o Grêmio por 2 x 1 no Mineirão, conquistando o primeiro dos quatro títulos da competição.

Em 1997, os dois times se encontraram nas quartas-de-final da Libertadores. O time celeste venceu o primeiro jogo no Mineirão por 2 x 0 e perdeu o jogo de volta por 2 x 1. A derrota não impediu que o Cruzeiro seguisse na competição e conquistasse o bicampeonato das Américas.

Neste ano, as duas equipes se encontraram na semifinal da Copa Santander Libertadores. O Campeão da Tríplice Coroa passou para a final com  vitória por 3 x 1, em Belo Horizonte, e empate por 2 x 2, em Porto Alegre.

Fonte: UOL Esporte

Na próxima quinta-feira, o Cruzeiro tentará, no Mineirão, quebrar uma série negativa diante do Goiás no Brasileirão. Sob o comando de Adilson Batista, o time mineiro não conseguiu somar pontos nos três jogos contra os goianos com Hélio dos Anjos à frente da equipe.

No Brasileirão 2008, o Cruzeiro saiu de campo derrotado por 1 a 0 em jogo do primeiro turno no Mineirão e por 3 a 0 na segunda metade da competição, no Serra Dourada. Já nesta temporada, o time celeste perdeu por 1 a 0 em Goiânia. Na ocasião, a equipe mineira ainda estava envolvida na disputa da Copa Libertadores e levou a campo uma equipe formada por jogadores reservas.

Adilson Batista reconhece que o Cruzeiro encontra problemas diante do Goiás de Hélio dos Anjos. “Na quinta-feira, teremos um jogo difícil. Ultimamente, tivemos dificuldades com o time do Hélio. É muita marcação, saída rápida, tem bons jogadores”, observou.

Para superar o retrospecto negativo, Adilson Batista quer contar com o apoio dos torcedores cruzeirenses. “Peço o apoio do torcedor, a compreensão para que a gente possa reverter a situação e fazer valer o nosso mando”, afirmou.

O Cruzeiro terá, no entanto, de lidar com um baixo aproveitamento no Mineirão no Brasileiro. Em 13 jogos em casa, a equipe celeste somou 17 pontos, o que lhe dá o aproveitamento de 43,58%. Apesar de boas atuações, o time mineiro saiu de campo derrotado nas duas últimas partidas no estádio da Pampulha, nas quais perdeu de virada para São Paulo e Palmeiras, pelo menos placar de 2 a 1.

A equipe perdeu outras quatro vezes no Mineirão, para Atlético-MG, Corinthians, Grêmio Barueri e Atlético-PR. Nos outros sete jogos, foram cinco vitórias e dois empates. “Nosso retrospecto em casa, neste ano, não é dos melhores”, admitiu Adilson Batista.

Na quinta-feira, o Cruzeiro enfrentará um Goiás derrotado em casa. No Serra Dourada, o time de Hélio dos Anjos perdeu por 3 a 1 para o Botafogo. Ainda assim, a equipe goiana permanece no G4, ocupando a quarta colocação com 45 pontos.

Já o Cruzeiro é o 11º colocado com 36 pontos. A equipe de Adilson Batista empatou com o Avaí, por 2 a 2, domingo passado em Florianópolis, depois de estar vencendo até os 46min do segundo tempo.

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