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Em uma rodada bastante emocionante, a última do Campeonato Brasileiro, o Cruzeiro venceu o Santos por 2 x 1, em pleno estádio da Vila Belmiro, se manteve invicto fora de casa no segundo turno da competição e conquistou a vaga para a primeira fase da Copa Libertadores da América, beneficiado pela deerrota do Palmeiras para o Botafogo.

Wellington Paulista abriu o marcador para a Raposa, Neymar empatou para o time da casa e o Gladiador Kleber, que entrou em campo no segundo tempo, decretou a vitória estrelada e assegurou a classificação celeste para a principal competição do continente, na primeira vez que encostou na bola.

O jogo começou bastante movimentado, com o Santos partindo mais para o ataque. Bem posicionado em campo, o Cruzeiro segurou as investidas iniciais do time da casa e, em uma jogada  muito bem trabalhada, marcou o gol, logo aos 4 minutos.

No lance, Marquinhos Paraná fez um ótimo e longo lançamento para Jonathan, que dominou a bola e tocou na medida para Wellington Paulista. O atacante chutou forte, de primeira, marcando um belo gol, o 14º dele no Campeonato Brasileiro deste ano. Cruzeiro 1 x 0.

Na sequência, o Santos perdeu a bola no ataque e o Cruzeiro, por pouco não ampliou, novamente com Wellington Paulista, em chute forte da entrada da érea, que Felipe colocou para escanteio.

O time paulista se mandou para a frente e, aos 15 minutos, quase levou o segundo, em mais uma finalização de Wellington Paulista, que chutou acima do gol de Felipe.

A partir daí, o Santos passou a exercer uma enorme pressão sobre o Cruzeiro, que se segurava como podia. Edu Dracena, de cabeça, e Paulo Henrique, de fora da área, tiveram chances e finalizaram para fora. Mas foi através de Kléber Pereira que o time da casa deu mais trabalho ao goleiro cruzeirense, no primeiro tempo. Fábio que segurou firme os dois chutes do atacante santista.

O panorama da partida se manteve na segunda etapa, com o Santos tentando empatar o jogo. Aos 7 minutos, o técnico Adilson Batista fez a primeira alteração na equipe celeste, colocando o zagueiro Cláudio Caçapa no lugar de Fernandinho.

O atacante André, que havia entrado no lugar de Kléber Pereira, no intervalo, recebeu passe e chutou forte, da intermediária, dando um enorme susto no goleiro Fábio, que só viu a bola sair à linha de fundo.

Com uma boa postura defensiva, o melhor time o Século XX passou a ter ainda mais dificuldades na partida já que, aos 15 minutos, Jonathan foi expulso. O técnico estrelado teve que mexer mais uma vez e colocou em campo o zagueiro Thiago Heleno no lugar do atacante Wellington Paulista.

Pouco tempo depois, o Botafogo fez 1 x 0 sobre o Palmeiras, deixando o Cruzeiro momentaneamente na quarta colocação e com a vaga na primeira fase da Copa Libertadores assegurada.

Mas, aos 25, Neymar aproveitou vacilo da zaga celeste, após cruzamento de Triguinho, e empatou a partida, em um chute forte, cruzado. Com o placar desfavorável, Adilson Batista fez a última mexida na equipe, colocando Kleber no lugar de Diego Renan.

A estrela do Gladiador brilhou rapidamente e, na primeira fez que ele tocou na bola, marcou um belo gol, colocando o Cruzeiro novamente com a mão na vaga da Libertadores, ainda mais porque o Botafogo tinha acabado de fazer 2 x 0 no Palmeiras.

O restante do jogo foi ainda mais emocionante, com o Santos cruzando bolas para a área celeste e chutando de onde conseguia. Mas a defesa estrelada conseguiu suportar o impeto do adversário e segurou o resultado, que deu ao time a vaga na Copa Libertadores.

Fonte: Gazeta Esportiva

A quinta-feira não foi nada boa para o Cruzeiro. De uma só vez, o técnico Adílson Batista ganhou dois problemas para armar o time que enfrenta o Santos, às 17 horas de domingo, na última rodada do Campeonato Brasileiro: o lateral-esquerdo Athirson foi vetado e o atacante Kléber não pode participar do treinamento.

Athirson estava cotado para atuar na meia esquerda, no lugar do suspenso Gilberto. Entretanto, no treinamento de quarta-feira, ele sentiu uma contusão na coxa esquerda. Um exame de ressonância magnética constatou um estiramento muscular de grau 1 no local e o jogador precisará de pelo menos uma semana para se recuperar. Assim, Athirson nem deve mais jogar pelo Cruzeiro, já que tem contrato até 31 de dezembro e não deve renovar.

O atacante Kléber, por sua vez, não pode treinar por conta de dores nas costas. Sem atuar há mais de dois meses, em função das dores no púbis que o obrigaram a passar por uma cirurgia, realizada pelo médico do Corinthians, Joaquim Grava, o Gladiador também não deve ser convocado para o jogo em Santos.

Na semana passada, Adílson Batista chegou a incluí-lo na lista de relacionados para a partida contra o Coritiba, mas acabou cortado, já que ainda não tinha condições físicas ideais. O próprio jogador havia afirmado que conseguiria jogar apenas “cerca de 25 ou 30 minutos”.

Fonte: Globoesporte.com

Cogitada pelo técnico Vanderlei Luxemburgo, a possibilidade de o Santos entrar com um time misto no jogo de domingo, na Vila Belmiro, pela última rodada do Campeonato Brasileiro, não tira o foco dos jogadores do Cruzeiro.

Os celestes não esperam por moleza. Areditam que os reservas vão querer mostrar serviço para garantir uma renovação contratual ou um espaço na equipe paulista em 2010.

– Não tem isso. Quem está fora do time quer mostrar trabalho. Muitos querem continuar no Santos. Nossa dificuldade vai ser a mesma. A última rodada vai ser difícil, temos de mostrar o mesmo espírito e trazer um bom resultado para terminar o ano bem – afirmou o volante Henrique, referindo-se também ao fato de o Cruzeiro não perder há quatro meses (ou dez jogos) fora de Belo Horizonte.

O atacante Wellington Paulista, por sua vez, disse que a qualidade do Santos não se limita ao time titular.

– O Santos tem um grande elenco. Não são apenas 11 jogadores. E quem entrar vai querer mostrar que pode renovar e continuar no time no ano que vem – declarou, repetindo o discurso de Henrique.

O goleiro Fábio não pensa diferente dos companheiros.

– Temos de estar focados para enfrentar o Santos, independentemente do time que o Vanderlei vai colocar para essa partida. Existe o comprometimento dos jogadores, vamos encontrar dificuldades. Por isso, vamos preparados para não ser surpreendidos – disse o camisa 1 da Raposa.

O Cruzeiro precisa dos três pontos e também de derrota de São Paulo ou Palmeiras para entrar no G-4 e garantir-se na Taça Libertadores de 2010.

Fonte: Globoesporte.com

Incurso no artigo 252 (ofensas morais ao árbitro) do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, o meia Gilberto, do Cruzeiro, será julgado nesta quarta-feira, a partir das 16h30, pela terceira comissão disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). A pena prevista é de dois a quatro jogos.

O motivo do julgamento é a expulsão sofrida no jogo contra o Atlético Paranaense, no dia 21 de novembro, na Arena da Baixada. Na partida, Gilberto recebeu o terceiro cartão amarelo e, depois, em um outro lance, o cartão vermelho, direto.

O armador cumpriu suspensão na rodada passada, contra o Coritiba, e tinha esperança de ser absolvido nesta quarta-feira e jogar contra o Santos na última rodada do Campeonato Brasileiro, domingo, na Vila Belmiro.

– Essa é a minha vontade. Poder atuar contra o Santos e ajudar o Cruzeiro a tentar essa vaga na Libertadores. Tem esse julgamento e vamos ver qual é a sentença – afirmou ele. 

Mas a esperança de Gilberto não tem nenhum sentido, segundo informa o próprio advogado do Cruzeiro que defenderá o atleta no julgamento desta quarta-feira.

– O Gilberto é obrigado a cumprir suspensão automática pelo terceiro amarelo, e também a automática pelo vermelho. Isso dá dois jogos. Já cumpriu um e tem de cumprir o segundo, automaticamente. Não tem a menor possibilidade de ele enfrentar o Santos – assegurou Gilvan de Pinho Tavares.

De acordo com o advogado, é isso o que está previsto no regulamento do Campeonato Brasileiro e também nas normas da Fifa.

– O departamento de futebol do Cruzeiro até me consultou sobre a possibilidade de o Gilberto enfrentar o Santos. Não adianta. O clube seria punido com a perda de seis pontos por cada jogo que ele fosse escalado irregularmente – explicou Gilvan de Pinho Tavares.

Por outro lado, o advogado disse que vai pedir a absolvição de Gilberto ou, no mínimo, a desqualificação para o artigo 251 (desrespeito ao árbitro ou auxiliares).

– Acredito na absolvição, porque o Gilberto é réu primário, e há atenuantes, como o fato de ter servido à seleção brasileira por um bom tempo. No mais, ele falou palavrões, sim, como relata a súmula, mas não foram dirigidos ao Paulo César (de Oliveira, árbitro do jogo em questão). Pode ter sido desrespeitoso, mas não ofendeu a honra do árbitro, portanto não se enquadra no artigo 252. No máximo, no 251 – argumentou Gilvan de Pinho Tavares.

Em caso de absolvição ou desqualificação do artigo 252 para o 251, Gilberto cumpriria apenas mais um jogo, no caso o de domingo contra o Santos, e estaria liberado para participar da estreia do Cruzeiro na temporada de 2010.

Fonte: UOL Esporte

Invicto há quatro meses atuando fora da capital mineira, o Cruzeiro aposta no retrospecto como visitante para vencer o Santos no próximo domingo na Vila Belmiro, pela última rodada do Campeonato Brasileiro. Somente uma vitória longe do Mineirão mantém o time mineiro com chance de brigar por vaga na Copa Libertadores 2010.

Além dos três pontos na Vila Belmiro, o Cruzeiro depende do tropeço de concorrentes diretos na disputa pela Libertadores. O time comandado por Adilson Batista torce pela derrota de Palmeiras ou São Paulo, terceiro e quarto colocados, respectivamente, ambos com 62 pontos e 17 vitórias.

Se vencer o Santos, o Cruzeiro chega aos mesmos 62 pontos, mas ficará com 18 vitórias e poderá entrar no G4, em caso de derrota de pelo menos um dos paulistas. O São Paulo recebe o Sport no Morumbi, enquanto o Palmeiras enfrenta o Botafogo no Rio de Janeiro, também no domingo.

Em caso de derrota do Internacional, que ocupa a vice-liderança com os mesmos 62 pontos da dupla paulista, mas com uma vitória a mais que os concorrentes, o time mineiro terá de tirar uma diferença de 14 gols de saldo dos gaúchos para levar a vaga da Libertadores.

Adilson Batista disse que se concentrará somente no confronto com o Santos, que já garantiu vaga na Copa Sul-Americana e não almeja mais nada na competição. Apesar disso, o treinador cruzeirense pregou respeito ao adversário e ao técnico Vanderlei Luxemburgo.

“Temos uma semana para vivenciar o Santos, do Vanderlei, um grande treinador, pelo qual tenho um respeito muito grande, pelo profissional que é, vencedor. É um bom time, alguns jogadores foram meus atletas. Vai ser um jogo duro. Vamos a partir de terça-feira vivenciar o Santos, tentar ir para lá e vencê-los”, observou Adilson Batista.

A última derrota do Cruzeiro atuando fora de Belo Horizonte ocorreu em 2 de agosto, para o Grêmio, por 4 a 1, no estádio Olímpico em Porto Alegre. De lá para cá, em dez jogos longe da torcida, foram seis vitórias e quatro empates.

Fonte: Globoesporte.com

Num jogo com muita marcação e poucos espaços no primeiro tempo e chances desperdiçadas com emoção no segundo, Cruzeiro e Santos não saíram do empate por 0 a 0 neste domingo, no Mineirão. O resultado acabou frustrante para a torcida que foi ao estádio e para as duas equipes, que mantêm suas posições na tabela do Campeonato Brasileiro. Agora com 21 pontos ganhos, a Raposa está em 14º lugar. O Peixe, com 25 pontos, é 12º. Nada animador para quem sonhava em ficar melhor para começar o returno com o objetivo de se aproximar do G-4 do Brasileirão.

Houve também empate no duelo de atacantes. O ‘Gladiador’ Kléber, apagadíssimo na primeira etapa, melhorou na segunda mas apareceu mais nos embates que teve com a zaga santista do que nas boas jogadas que costuma fazer. O ‘Wolverine’ Kléber Pereira foi mais percebido pelo torcedor, mas nas chances que desperdiçou ao longo da partida. Quem brilhou  mais foram os goleiros Fábio, no primeiro tempo, e Felipe, no segundo.

Os dois times mostraram também que precisam melhorar muito se quiserem brigar por algo relevante. Na próxima partida, no início do returno, o Cruzeiro vai ao Maracanã para enfrentar o Flamengo, quinta-feira. Antes, o Santos, na quarta, receberá o Grêmio na Vila Belmiro.

Jogo amarrado

Um jogo estudado, de muita briga no meio-campo, marcação, poucos espaços para criar, passes errados. Assim começou e terminou o primeiro tempo de Cruzeiro x Santos. Com Gilberto de volta ao Mineirão, desta vez vestindo a camisa 10. o time mineiro buscava mais espaços para criar. Na nova função, o jogador aparecia ora pela direita, ora pela esquerda, na tentativa de furar o forte bloqueio defensivo armado pelo técnico Vanderlei Luxemburgo. Numa das jogadas, aos 16 minutos, levantou a torcida ao tentar jogada individual pela esquerda após tabela com Kléber, mas não conseguiu dar continuidade à jogada.

O lance foi um bom resumo da primeira etapa. Tanto Gilberto como a equipe  celeste esbarravam no forte bloqueio santista, que marcava bem Kléber e Wellington Paulista e procurava neutralizar as jogadas aéreas do adversário. Além disso, o meio-campo começava a ganhar o duelo das bolas roubadas.

Rodrigo Mancha, Germano e Rodrigo Souto, que vestia a camisa 150 em homenagem ao número de jogos completados pelo clube, mostravam disposição incomum. E foi num contra-ataque aos 20 minutos que o Santos deu seu primeiro bote. Paulo Henrique centrou pela direita para Kléber Pereira, que de cabeça tentou encobrir Fábio, mas mandou para fora.

Fábio aparece

Mas o sufoco mesmo ocorreu dois minutos depois. Pará fez jogada típica de ponta pela esquerda. Driblou Jonathan com um elástico, foi à linha de fundo e centrou na cabeça de Kléber Pereira. Fábio fez defesa sensacional e espalmou. No rebote, Madson tocou para a chegada do camisa 9 santista, mas o goleiro ainda foi de carrinho tirar a bola dos pés do atacante, que estava pronto para marcar. A bola saiu da defesa, mas voltou no minuto seguinte pelo lado direito. E Madson cruzou para Rodrigo Souto cabecear para fora.

Passado o susto, time do Cruzeiro procurou se acalmar e botar a bola no chão. Mas tinha Marquinhos Paraná pouco inspirado e os laterais bem marcados, o que dificultou e muito a vida de Kléber e Wellington Paulista na frente. Só Gilberto aparecia bem individualmente. Numa das jogadas no fim da primeira etapa, caiu pela esquerda e deu um centro que mais pareceu um chute, obrigando Felipe a fazer a única boa defesa.

– Está muito difícil arrumar espaços, tá tudo muito fechado lá na frente. Mas eu acho que no segundo tempo o Vanderlei vai abrir mais o time dele, aí poderemos criar situações – resumiu bem Kléber, o Gladiador, que pouco apareceu na partida.

Cresce a emoção

Kléber acertou na previsão. O Santos, realmente, saiu mais para o jogo. O meio-campo se adiantou, para ficar mais próximo do ataque. Foi aí que o jogo ficou mais emocionante, com predomínio do Cruzeiro, que logo conseguiu criar a primeira grande jogada. Após bola roubada por Kléber e boa troca de passes, Jonathan, mais aberto pela direita, mandou uma bomba pelo alto que obrigou o goleiro Felipe a espalmar para escanteio.

O Peixe, mais adiantado, marcando a saída de bola do adversário, se aproveitou de uma falha da zaga celeste e quase abriu o placar aos 20. Kléber Pereira fez tabela com Paulo Henrique e bateu na saída de Fábio, que fez mais uma bela defesa. Já com Soares no lugar de Gilberto, que cansou, a Raposa respondeu à altura no minuto seguinte: Rodrigo Mancha rebateu mal uma bola na zaga santista, e ela sobrou limpa para Wellington Paulista, que bateu com violência. Felipe, mais uma vez, fez grande defesa.

Vanderlei Luxemburgo trocou Madson, veloz mas pouco eficiente, por Neymar. O Cruzeiro continuou no ataque. Wellington Paulista desperdiçou outra chance nas mãos de Felipe. Soares perdeu outras duas, aos 30 e 32, a segunda numa cabeçada que passou bem perto do gol.

O treinador santista tentou melhorar o Peixe, com Robson no lugar de Germano e Triguinho no de George Lucas (deslocando Pará para a lateral direita). Adilson Batista já tinha feito algo semelhante antes, ao trocar Jonathan por Gil, deslocando Diego Renan também para a direita. Com Kléber levando pancada de todos os lados e o Cruzeiro desperdiçando mais duas chances, o jogo não saiu do 0 a 0.

Fonte: Site Oficial

Em busca de recuperação no Campeonato Brasileiro, o Cruzeiro enfrenta o Santos, neste domingo, às 18h30, no Mineirão, em busca da regularidade que mostrou em Belo Horizonte nos últimos anos. Até o momento, o Campeão da Tríplice Coroa disputou nove rodadas no Gigante da Pampulha e tem quatro vitórias, um empate e quatro derrotas.

O Cruzeiro somou 48,14% dos pontos que disputou em Belo Horizonte no Brasileirão, aproveitamento que os jogadores admitem como baixo para quem almeja uma vaga na Copa Santander Libertadores do ano que vem.

Para o goleiro Fábio, o Cruzeiro não rendeu como poderia em casa devido à disputa simultânea com a Copa Santander Libertadores até a segunda quinzena de julho.

“Dentro de casa a gente tem que ter o máximo de aproveitamento possível. Nos últimos dois anos nós tivemos um bom rendimento e fizemos bons campeonatos. Infelizmente este ano, pela mescla de às vezes jogar com um time misto, a gente não conseguiu alguns resultados”, destacou.

O camisa 1 celeste confia na reação e acredita que o time ainda vai dar muitas alegrias ao torcedor. “Agora a gente não pode deixar escapar pontos importantes como fizemos com o Atlético-PR. Temos que conseguir as vitórias porque aí sim vamos alavancar uma sequência boa”, observou.

Já para o experiente Marquinhos Paraná, o time celeste precisa conquistar o apoio do torcedor e ter um pouco mais de calma para definir as partidas no Mineirão. Ele lembra que o time celeste invariavelmente encara “retrancas” quando é mandante.

“Os times que vêm jogar com a gente ficam esperando e só jogam no contra-ataque. Nossa equipe toca a bola, cria as jogadas e não consegue fazer o gol. Por isso a torcida fica impaciente. Mas nós jogadores precisamos ter paciência e tranquilidade para ir em busca do resultado”, disse.

Fonte: Site Oficial

O volante Fabinho está na expectativa de voltar ao time titular do Cruzeiro, na partida deste domingo, às 18h30, no Mineirão, contra o Santos, pela 19ª do Campeonato Brasileiro. O jogador de 29 anos espera ocupar a vaga de Henrique, que cumprirá suspensão pelo terceiro cartão amarelo, e ajudar a equipe a conquistar a segunda vitória seguida na competição.

“Procurei ajudar quando fui solicitado pelo Adilson (Batista). É claro que consegui demonstrar que tenho capacidade de atuar, tanto defensivamente, quanto chegando de trás, como elemento surpresa. Aqui tem jogadores que atuavam há mais tempo e estão mais entrosados. Mas eu corro por fora, buscando espaço e procurando melhorar sempre”, observou.

Para conseguir uma vaga entre os 11 titulares do time celeste, o volante sabe que a única maneira é continuar treinando forte e com muito empenho, já que o Cruzeiro conta com outros jogadores de muita qualidade no setor.

”Para ser titular do Cruzeiro tem que trabalhar sempre. Um meio-campo que conta com o Henrique, Fabrício e Paraná, com tantas qualidades,  a única alternativa (para quem está fora) é correr. O Adilson ainda não decidiu nada e, se ele optar por mim, a vontade vai ser a mesma e buscaremos a vitória”, afirmou.

O atleta sabe que a partida contra a equipe paulista será muito difícil e ressaltou a importância de uma vitória da Raposa, que fará com que o time celeste continue subindo na tábua de classificação.

“Jogar contra o Santos é sempre complicado, mas, com certeza, uma vitória dará afirmação para a gente na tabela. Nós temos o respeito por eles, já que o Santos é uma grande equipe e tem um ótimo treinador.  Mas, no Mineirão, vamos usar o fator campo e a força da nossa torcida para conseguir os três pontos”, destacou.

Fabinho aproveitou para elogiar a versatilidade do lateral-esquerdo Gilberto, contratado há menos de um mês e que formou com ele o meio-campo da equipe no jogo-treino desta quarta-feira contra o Contagem, na Toca da Raposa II.

“O Gilberto é um jogador diferenciado pela sua capacidade técnica e posicionamento dentro de campo. Ele defende muito bem e chega bem de trás para definir. Quem sabe ele não seja o novo camisa 10? Tudo depende do Adilson, já que condição para isso ele tem. Ainda falta um pouco na parte física, mas com superação ele vai nos ajudar”, salientou.

Fonte: Site Oficial

O Cruzeiro enfrenta o Santos no domingo, às 18h30, no Mineirão, pelo Campeonato Brasileiro e busca ampliar a vantagem contra os paulistas em jogos realizados em Belo Horizonte. Num clássico com mais de 80 anos de história – o primeiro jogo foi um amistoso em 31 de março de 1929, o time celeste busca subir na tábua de classificação.

No Gigante da Pampulha, Cruzeiro e Santos disputaram 22 partidas desde 1965. Ao todo, foram dez vitórias celestes, sete empates e cinco vitórias. O ataque azul e branco marcou 42 gols e a defesa sofreu 28.

Cruzeiro e Santos também fizeram duelos importantes nas campanhas vitoriosas do time celeste na Taça Brasil de  1966 e Campeonato Brasileiro de 2003.

Na final da Taça Brasil, o Cruzeiro liderado por Tostão, Dirceu Lopes e Raul venceu o Santos de Pelé, duas vezes, na decisão. No primeiro jogo disputado no Mineirão, o time celeste aplicou uma goleada de 6 x 2. Já na partida no Pacaembu, em São Paulo, os cruzeirenses voltaram a vencer por 3 x 2.

Na campanha vitoriosa da Tríplice Coroa, em 2003, Cruzeiro e Santos disputaram o título desde as primeiras rodadas. E nos confrontos diretos o time celeste saiu vencedor.

As duas equipes se enfrentaram na oitava rodada do Campeonato Brasileiro, na Vila Belmiro, e o Cruzeiro venceu por 2 x 0. Os gols foram marcados pelo colombiano Aristizábal.

Na 31ª rodada, Cruzeiro e Santos se enfrentaram no Mineirão. Com um novo show de Aristizábal, que marcou duas vezes, o Cruzeiro venceu por 3 x 0. O placar foi complementado por Felipe Melo, que hoje atua na Juventus, da Itália.

No ano passado, as duas equipes se enfrentaram no Mineirão pela terceira rodada do Brasileiro e o Cruzeiro goleou o adversário por 4 x 0. Os gols da Raposa foram marcados por Guilherme(2), Wagner e Maicosuel.

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